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Mercado vê melhora em resultado primário do governo em 2025 e piora em 2026, mostra Prisma
11 de setembro de 2025
Mercado vê resultado primário melhor em 2025, mas pior em 2026, mostra Prisma Fiscal
11 de setembro de 2025
Published by on 11 de setembro de 2025
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A inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos veio acima do esperado em agosto, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11). O resultado reforça que a inflação ainda não está totalmente controlada, mas não deve impedir um corte de juros já na próxima reunião do Federal Reserve (Fed). O impacto maior pode vir no ritmo dos cortes daqui para frente, avaliam analistas.

“A inflação apresenta uma certa persistência, uma resiliência, uma dificuldade de estabilização, mas o número, apesar de não ser muito favorável ou benigno, ele não deve tirar as apostas de cortes de juros pelos investidores, aposta que o Fed vai cortar juros agora na sua decisão de 17 de setembro”, disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

O CPI subiu 0,4% em agosto, após alta de 0,2% em julho. Em 12 meses, avançou 2,9%, o maior aumento desde janeiro. O número segue acima da meta de 2% e foi pressionado por alta de 1,9% na gasolina, 0,7% em energia e 0,6% em alimentos no domicílio. Isso “sugere maior repasse tarifário”, afirmou André Valério, economista sênior do Inter.

Leia mais: Inflação ao consumidor (CPI) dos EUA sobe 0,4% em agosto, além do esperado

Embora as tarifas ainda representem um risco altista relevante para a inflação de bens nos próximos meses e a inflação de serviços sugira demora na convergência da inflação para a meta, o efeito composição do mês de agosto ajuda nas projeções de inflação do Fed, segundo Andressa Durão, economista do ASA.

Isadora Junqueira, economista da AZ Quest, acredita que a leitura de inflação vai ditar um pouco mais a comunicação do Jerome Powell, presidente do Fed, e o ritmo de tesouradas. “Acho que, conforme a inflação ficar em um território mais desconfortável, eles provavelmente não vão se comprometer com mais cortes à frente”.

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Para Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, o quadro mostra que a trajetória dos juros fica limitada. “No início do ano, parte do mercado projetava que a taxa, hoje em 4,5%, poderia cair para perto de 3% ou 3,5%. Agora imaginar cortes até abaixo de 4% já parece ousado, sobretudo porque não há sinais de deterioração econômica relevante”, falou.

O peso do mercado de trabalho

Além da inflação, o mercado de trabalho também deve pesar nas decisões do Federal Reserve – talvez até mais, segundo analistas. O governo americano revisou em 911 mil para baixo o número de trabalhadores nas folhas de pagamento – a maior redução desde 2000. Esse cenário pouco aquecido favorece a narrativa de cortes.

Leia mais: Dados atualizados mostram que EUA criaram 911 mil menos empregos do que se acreditava

“Diante da fraqueza mais evidente no mercado de trabalho, as decisões do Fed tendem a pender para o mandato ligado ao emprego e se antecipar a uma possível desaceleração maior do que o esperado da economia”, disse Rafael Perez, economista da Suno Research.

Mattos, da StoneX, lembrou que a geração de empregos nos Estados Unidos tem sido bem fraca desde o mês de maio. Na semana passada, o Escritório de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho divulgou que o país criou 22 mil vagas de trabalho em agosto, abaixo do esperado no mês de agosto.

“Alguns riscos para a desaceleração da economia já se mostram presentes, enquanto que os riscos inflacionários ainda não se confirmaram, é bem provável que o Fed vá colocar no seu balanço de riscos, ele vá pender para o lado de tentar suportar a economia, de tentar estimular a economia com cortes de juros e tentar suavizar esse ritmo de desaceleração”, falou.

The post Inflação nos EUA além do esperado não mudará corte de juro agora, mas ritmo preocupa appeared first on InfoMoney.

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