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IPCA-15 sobe 0,20% em janeiro, um pouco abaixo do esperado
27 de janeiro de 2026
Preço do etanol fica mais barato em três Estados
27 de janeiro de 2026
Published by on 27 de janeiro de 2026
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A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) avançou 0,20% em janeiro, segundo dado divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (27), e fechou o período de 12 meses com alta acumulada de 4,50%.

Trata-se da segunda menor taxa de inflação para os meses de janeiro desde a implementação do Plano Real, acima apenas dos 0,11% registrados em janeiro de 2025.

O número desacelerou em relação à variação de +0,25% registrada em dezembro, permanecendo dentro do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC), que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para cima ou para baixo.

A estimativa era de que o índice avançaria 0,23% neste mês, de acordo com a mediana das projeções. No acumulado de um ano, a previsão era de que fecharia em 4,52%.

Confira os resultados recentes do IPCA-15:

Período
Taxa

Janeiro de 2026
0,20%

Dezembro de 2025
0,25%

Janeiro de 2025
0,20%

Acumulado no ano
4,50%

Os grupos do IPCA-15

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, Habitação (-0,26%) e Transportes (-0,13%) registraram queda em janeiro. Os demais grupos tiveram variações positivas, indo de 0,05% em Educação a 0,81% em Saúde e cuidados pessoais.

O grupo Saúde e cuidados pessoais foi o que mais influenciou o índice, com impacto de 0,11 ponto percentual (p.p.) e variação de 0,81%, após ter recuado 0,01% em dezembro. Os principais destaques foram artigos de higiene pessoal, que subiram 1,38% (0,05 p.p. de impacto), revertendo a queda de 0,78% do mês anterior, e planos de saúde, com alta de 0,49% e impacto de 0,02 p.p.

Em seguida, o grupo Comunicação apresentou alta de 0,73%, impulsionada principalmente pelo subitem aparelhos telefônicos, que avançou 2,57% no mês.

Após a queda de 0,64% em dezembro, os artigos de residência tiveram variação positiva de 0,43%, influenciada pela alta de TV, som e informática, de 1,79%.

O grupo Alimentação e bebidas, de maior peso no índice, acelerou de 0,13% em dezembro para 0,31% em janeiro. A alimentação no domicílio, que vinha em queda por sete meses consecutivos, subiu 0,21%, com destaque para tomate (16,28%), batata-inglesa (12,74%), frutas (1,65%) e carnes (1,32%). Entre os itens que caíram, sobressaíram leite longa vida (-7,93%), arroz (-2,02%) e café moído (-1,22%). Já a alimentação fora do domicílio registrou alta de 0,56%, puxada pelo lanche (0,77%) e pela refeição (0,44%).

O grupo Transportes recuou 0,13%, influenciado principalmente pela passagem aérea (-8,92%) e pelo ônibus urbano (-2,79%). Entre os itens que subiram, os combustíveis registraram alta de 1,25%, com destaque para etanol (3,59%), gasolina (1,01%), gás veicular (0,11%) e óleo diesel (0,03%).

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