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Published by on 11 de abril de 2025
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Os dados divulgados nesta sexta-feira (11) do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) embaralharam ainda mais o cenário e elevaram as incertezas econômicas. O cenário se apresenta cada vez mais volátil e desafiador para os economistas, ainda mais levando em conta o cenário externo.

Em março, o índice subiu 0,56%, indicando uma desaceleração em relação à alta de 1,31% apurada em fevereiro. Agora, a inflação acumulada é de 2,04% no ano e de 5,48% em 12 meses. No mês passado, esses números eram de 1,47% e 5,06%, respectivamente.

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Flávio Serrano, economista-chefe do Banco Bmg, destaca que tanto o comportamento dos núcleos de inflação (média de +0,51% mês a mês), bem como o resultado dos serviços subjacentes (+0,65% mês a mês), mostram um cenário desafiador para a inflação no curto prazo.

Para ele, o IPCA deverá seguir volátil nos próximos meses, refletindo uma elevada variabilidade dos preços de commodities no mercado internacional e os preços de energia elétrica aqui no Brasil.

É bastante provável, com base no cenário hídrico atual, o acionamento da bandeira amarela em maio e até mesmo bandeira vermelha em meados do ano. Por outro lado, Serrano aponta que os sinais de desaceleração da atividade estão ficando mais claros, como observado no resultado do IBC-BR de fevereiro, também divulgado hoje.

“Acreditamos que, apesar do resultado de inflação ainda pressionado, o BC deverá interromper o processo de ajuste na taxa de juros com um último movimento de 0,50p.p. na reunião de maio”, diz.

Além disso, Serrano pondera que o cenário internacional atual — pautado pela incerteza em relação aos efeitos da guerra tarifária sobre o crescimento global — também aumenta a probabilidade de uma desaceleração econômica mais acentuada adiante.

Dessa forma, o balanço de riscos para a inflação “parece estar ficando mais simétrico”. Com base nesse cenário, “a taxa básica de juros atingirá 14,75% anualmente, patamar que deverá ser mantido por quase todo o ano de 2025”, completa.

Já Tatiana Pinheiro, economista-chefe e sócia da Galapagos Capital, avalia que o dado de hoje não alivia as pressões sobre o Bacen, onde ambos indicam a necessidade de continuidade do aperto monetário.

“Mantemos o nosso call de alta de 75 pontos-base em maio, trazendo Selic para 15%”, dizem. “Acreditamos que esse será o encerramento do ciclo”.

Para José Bravo, economista Da Rio Bravo, o dado de março superou as expectativas em 0,03%, onde, além disso, foi observado um arrefecimento na carne bovina, e um aumento mais que o suficiente no preço do café, ovos e manga para elevar a categoria de Alimentos e bebidas (1,17%).

“Observamos recuperação no preço das passagens aéreas, causando inflação de 0,46% a categoria de Transportes, enquanto a categoria de Habitação (0,24%) reduziu fortemente o ritmo de aceleração com o fim da incorporação do bônus de Itaipu, dessa forma, o preço da energia elétrica residencial permaneceu estável”, diz.

Bravo pondera que a resiliência inflacionária do componente de serviços permanece como o principal desafio à missão do banco central em retomar a trajetória de convergência em direção à meta. Nesse cenário, a média móvel de 3 meses dessazonalizada registra inflação acumulada em doze meses de 7,57% no núcleo de serviços, e 7,77% nos serviços intensivos em trabalho.

Além disso, a visão de um mercado de trabalho aquecido foi corroborada pelos últimos dados da PNAD e Caged, que registraram aumento considerável de empregos formais na economia, pressionando o rendimento médio real devido ao maior salário de admissão.

“A inflação de salários, portanto, se materializa em maior consumo – majoritariamente na categoria de serviços – , explicando parte de sua resiliência”, finaliza.

Guerra comercial continua: China retalia os EUA novamente e sobe taxas para 125%. Confira a análise completa no Giro de hoje e entenda como fica a economia:

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