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IPCA sobe 0,09% em outubro, abaixo do esperado com queda de energia elétrica
11 de novembro de 2025
Wolfe Research se mostra “otimista” sobre a economia dos EUA para 2026
11 de novembro de 2025
Published by on 11 de novembro de 2025
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, subiu 0,09% no mês de outubro, após registrar alta de 0,48% em setembro. A expectativa era de que o IPCA avançasse 0,16% no período.

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (11), a inflação soma alta de 3,73% no ano de 2025. Já em 12 meses, o acumulado é de 4,68% — a estimativa do mercado era de um aumento para 4,71%.

Vale lembrar que o IPCA segue acima da meta perseguida pelo Banco Central, de 3% com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

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IPCA: O que pesou no bolso

Em outubro, três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram queda nos preços: Artigos de residência (-0,34%), Habitação (-0,30%) e Comunicação (-0,16%). Entre as altas, as variações ficaram entre 0,01% em Alimentação e bebidas e 0,51% em Vestuário.

A queda de 0,30% no grupo Habitação foi puxada pelo subitem energia elétrica residencial, que caiu 2,39% e teve o maior impacto negativo no índice de outubro (-0,10 p.p.). O movimento reflete a mudança da bandeira tarifária de vermelha patamar 2, vigente em setembro, para vermelha patamar 1, com cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 Kwh, ante R$ 7,87 anteriormente.

No acumulado do ano, a energia elétrica residencial subiu 13,64%, sendo o principal impacto do período (0,53 p.p.), enquanto nos últimos 12 meses a variação é de 3,11%, com impacto de 0,13 p.p.

O grupo Vestuário foi o que mais subiu em outubro (0,51%), com destaque para calçados e acessórios (0,89%) e roupa feminina (0,56%).

Em Despesas pessoais (0,45%), sobressaiu a alta de empregado doméstico (0,52%) e do pacote turístico (1,97%).

O grupo Saúde e cuidados pessoais (0,41%) teve o maior impacto no índice do mês (0,06 p.p.), impulsionado pelos artigos de higiene pessoal (0,57%) e pelo plano de saúde (0,50%).

A variação de 0,11% em Transportes reflete a alta da passagem aérea (4,48%) e dos combustíveis (0,32%). Exceto pelo óleo diesel, que caiu 0,46%, os demais combustíveis tiveram aumento: etanol (0,85%), gás veicular (0,42%) e gasolina (0,29%).

O grupo Alimentação e bebidas teve alta de 0,01%. A alimentação no domicílio caiu 0,16%, puxada pelo arroz (-2,49%) e pelo leite longa vida (-1,88%). Entre as altas, se destacaram a batata-inglesa (8,56%) e o óleo de soja (4,64%).

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