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União Europeia aprova acordo comercial com o Mercosul
9 de janeiro de 2026
Mercado de trabalho do Canadá estagna em dezembro com desemprego subindo para 6,8%
9 de janeiro de 2026
Published by on 9 de janeiro de 2026
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a acelerar no mês de dezembro, mas fechou o ano de 2025 dentro do intervalo de tolerância da meta perseguida pelo Banco Central (BC).

A inflação oficial do Brasil subiu 0,33% em dezembro do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9). Em novembro, o índice de preços subiu 0,18%.

Apesar da aceleração, o IPCA fechou 2025 em 4,26%, cumprindo com a meta do BC — de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

A variação acumulada em 12 meses até dezembro é a menor registrada pela inflação brasileira desde 2018, quando ficou em 3,75%.

A expectativa do mercado era de que o índice acelerasse para 0,33%, mas encerrasse o ano em 4,27%, segundo a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

Detalhes do IPCA

O resultado de 2025 foi influenciado principalmente pelo grupo habitação, que acelerou de 3,06% em 2024 para 6,79%, registrando o maior impacto (1,02 p.p.) no acumulado do ano. No ano anterior, o impacto havia sido de 0,47 p.p.

Na sequência, as maiores variações vieram de educação (6,22% e 0,37 p.p.), despesas pessoais (5,87% e 0,60 p.p.) e saúde e cuidados pessoais (5,59% e 0,75 p.p.).

Alimentação e bebidas, responsável pelo maior peso no IPCA, desacelerou na comparação do resultado de 2024 (7,69%) com 2025 (2,95%), especialmente por conta da alimentação no domicílio, que passou de 8,23% para 1,43%.

Os outros grupos apresentaram os seguintes resultados no acumulado do ano: artigos de residência (-0,28% e -0,01 p.p.); vestuário (4,99% e 0,23 p.p.); transportes (3,07% e 0,63 p.p.); e comunicação (0,77% e 0,03 p.p.).

Entre os 377 subitens que têm seus preços considerados no cálculo do índice, a energia elétrica residencial subiu 12,31% e exerceu o maior impacto individual, de 0,48 p.p. Na sequência, vieram os cursos regulares (6,54% e 0,29 p.p.); plano de saúde, (6,42% e 0,26 p.p.); aluguel residencial (6,06% e 0,22 p.p.); e lanche, (11,35% e 0,21 p.p.).

Entre as quedas, destacam principalmente os produtos alimentícios: o arroz (-26,56% e -0,20 p.p.), e o leite longa-vida (-12,87% e -0,10 p.p.).

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