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18 de fevereiro de 2025
Published by on 18 de fevereiro de 2025
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O Itaú Unibanco não descarta a possibilidade de uma recessão, ainda que técnica, na economia brasileira em 2025, disse o economista-chefe, Mário Mesquita, nesta terça-feira (18) no evento Macro em Pauta.

Uma recessão técnica acontece quando há crescimento negativo por dois trimestres seguidos — diferente da recessão de fato, quando a situação do país se deteriora significativamente.

O banco espera que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro desacelere, principalmente, no segundo semestre do ano, devido ao impacto positivo do PIB agropecuário se dissipando, à desaceleração do impulso fiscal e à intensificação dos efeitos defasados da política monetária contracionista.

A expectativa é de que a economia cresça em média 0,2% por trimestre na última metade do ano e, devido à proximidade do zero, Mesquita não descarta a possibilidade de resultados negativos. “Os indicadores mensais mostraram uma atividade mais fraca nos meses de novembro e dezembro”.

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No entanto, o economista-chefe destaca que a atividade deve acelerar na margem no início do ano, impulsionada principalmente pelo setor agropecuário e pelo ajuste do salário-mínimo. O carrego estatístico projetado de 1,5% no começo de 2025 dificulta o cenário de recessão de fato.

“Deve ser um ano de crescimento positivo, mais uma vez, mas não dá para descartar um ou outro trimestre de PIB um pouco abaixo de zero”, afirmou.

O Itaú ressalta ainda que o mercado de trabalho deve seguir resiliente no ano, apesar de alguns dados mais fracos na ponta. O desemprego segue baixo e estável, a taxa de desligamento voluntário está em patamar elevado e os salários reais registram crescimento robusto.

A estimativa do banco é de um crescimento de 2,2% no PIB em 2025. No próximo ano, o crescimento deve ser ainda menor, de 1,5%.

Desaceleração do PIB vai se intensificar?

O Itaú lista quatro amortecedores que reduzem a probabilidade de desaceleração mais intensa no ano de 2025:

confianças ainda em patamares altos;
PIB agro forte e potenciais spillovers;
mercado de trabalho resiliente e sem sinais de fraqueza; e
poupança das famílias elevada.

Por outro lado, a dinâmica de crédito pode pressionar o crescimento da atividade brasileira.

“Esperamos alguma moderação do crédito ao longo deste ano, refletindo um juro mais alto, que vai voltar a puxar a inadimplência”, disse a economista, Julia Gottlieb, também no evento Macro em Pauta

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