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30 de julho de 2025
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30 de julho de 2025
Published by on 30 de julho de 2025
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As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) avançaram no funding imobiliário após um período de retração no início de 2024. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), as emissões de LCI cresceram 25% no primeiro semestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. 

Este avanço foi impulsionado pela redução gradual do prazo de carência do investimento, que caiu de 12 para 9 meses e, depois, para 6 meses.   

Leia também: Estoque de LCAs e LCIs dispara até 25% no 1º semestre em meio a corrida por isentos

“A LCI deve se tornar a estrutura mais importante para o funding imobiliário”, diz Sandro Gamboa, presidente da Abecip. “Ela opera não só como instrumento de investimento, mas como formação de uma das suas principais funções que é suportar o mercado imobiliário para ele continuar crescendo”, avalia.

Isso ocorre em um contexto em que os recursos da poupança destinados para o setor estão estacionados, e não tem para onde avançar.

Para Gamboa, quanto maior o incentivo para esses ativos de crédito privado, maior será a atratividade do investimento. “Por isso entendemos que tem que reduzir o prazo para 3 meses com manutenção da isenção do Imposto de Renda para aumentar o volume [de investimento] e atrair quem precisa de liquidez”, avalia.

No comparativo anual, as LCIs avançaram 30% em junho de 2025 em comparação ao mesmo mês de 2024. Agora, elas já somam R$ 473 bilhões e representam 19% da estrutura total, atrás da poupança SBPE (30%) e dos recursos do FGTS (26%).

Os Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRIs) avançaram 15% no mesmo período e somam R$ 239 bilhões, representando 10% do funding. 

Na sequência vem os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), que avançaram 10% de junho de 2024 a junho deste ano, e somam R$ 272 bilhões, o que representa 11% do total de recursos para financiar o setor.

Poupança estaciona

Os dados da Abecip apontam que, de junho de 2024 a junho deste ano, a poupança não avançou na composição do funding, permanecendo em R$ 762 bilhões do total de RS 2,52 trilhões. 

Comparando o volume de crédito concedido pela poupança SBPE tanto para aquisição de imóveis quanto para empresas de construção, o primeiro semestre de 2024 registrou um volume de R$ 82,1 bilhões, enquanto o mesmo período deste ano teve R$ 73,6 bilhões, uma redução de 10%.

Embora esta fonte represente 30% dos recursos, a expansão é limitada ao total dos depósitos na poupança, que vem reduzindo gradualmente. A captação líquida da poupança no primeiro semestre de 2025 teve redução de R$ 38,4 bilhões comparado ao mesmo período de 2024. 

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