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Published by on 21 de janeiro de 2026
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O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) anunciou, no último sábado (17), que desembolsará R$ 40,6 bilhões para ressarcir os credores do Banco Master, valor levemente abaixo da projeção inicial, de R$ 41,3 bilhões.

O montante, no entanto, pode subir para aproximadamente R$ 49 bilhões em função da liquidação extrajudicial da Will Financeira, decretada pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (21), de acordo com informações do Valor Investe.

Em novembro de 2025, o FGC contava com cerca de R$ 125 bilhões em saldo. Portanto, considerando o ressarcimento estimado, o desembolso representaria mais de 39% da reserva de liquidez da entidade.

Em meio a um número tão elevado, o fundo já estaria discutindo um aporte de R$ 30 bilhões para recompor o caixa, segundo o jornal Valor Econômico.

Credores do Master

De acordo com o FGC, o número total de credores do Banco Master com direito à garantia, inicialmente estimado em 1,6 milhão, foi revisado para 800 mil.

Desses, cerca de 600 mil já solicitaram o reembolso, o equivalente a 75% do total, sendo que 448 mil concluíram o processo.

Os pagamentos começaram na última segunda-feira (19) e, segundo a entidade, estão sendo processados cerca de 3,9 mil pedidos por hora.

Vale lembrar que o fundo oferece garantia de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, para aplicações como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD. O teto é de R$ 1 milhão a cada quatro anos por investidor.

Liquidação do Will Bank

Quando o Master entrou em liquidação, em 18 de novembro de 2025, a Will Financeira foi inicialmente preservada pelo Banco Central, ficando sob o regime de administração especial temporária (Raet), diante da avaliação de que havia interessados na aquisição da instituição — o que não se concretizou.

Pouco antes de o caso Master ganhar notoriedade com a deflagração da operação Compliance Zero, o apresentador Luciano Huck chegou a ser apontado como potencial comprador do Will Bank, mas optou por não seguir com o negócio.

Segundo o próprio BC, o estopim para a liquidação do Will foi o não pagamento de garantias à Mastercard, ocorrido nos últimos dias.

Na terça-feira (20), a bandeira já havia deixado de aceitar transações realizadas com cartões emitidos pela instituição.

Em nota enviada à imprensa, a autoridade monetária afirmou que “se tornou inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.

Procurado pelo Money Times, o FGC ainda não respondeu.

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