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É preciso ‘apostar mais’ em acordos para encerrar ações tributárias, diz secretário da Fazenda
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2 de junho de 2025
Published by on 2 de junho de 2025
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O ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega teceu, nesta segunda-feira (2), críticas ao apetite por gastos do governo. Contudo, diante da falta de espaço para cortes em um orçamento engessado, afirmou que tomaria a mesma decisão do atual titular da pasta, Fernando Haddad, no caso da elevação das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“Se eu estivesse lá, teria feito a mesma coisa, porque ninguém tem alternativa para isso… As despesas obrigatórias invadem o espaço e não tem como cortar”, comentou Maílson, sócio da consultoria Tendências, durante painel de um evento do Monitor do Mercado.

Diante do limite imposto pelo arcabouço fiscal, o governo precisa diminuir os gastos discricionários para acomodar o avanço das despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários, pagamento de servidores e gastos mínimos com saúde e educação. Porém, observou Maílson, o espaço para cortes nos gastos não obrigatórios está chegando ao limite, já que os serviços públicos podem ficar sem recursos.

“Você vai cortando e vai segurando, mas fica inviável, porque daqui a pouco não tem como funcionar, e você tem que soltar”, comentou o ex-ministro, citando como exemplo a liberação de R$ 400 milhões no orçamento para universidades que estavam sem recursos para compra de combustível e equipamentos de informática.

Citando as projeções apresentadas no projeto de lei de diretrizes orçamentárias, Maílson observou que o esgotamento completo dos recursos ocorrerá em 2027.

“Tem um encontro marcado com a crise, e essa crise vai acontecer até 2027, porque o governo, repetindo a divulgação da lei de diretrizes orçamentárias, deu o seguinte: em 2027 é o esgotamento, não tem mais dinheiro para nada. E, claro, não pode ser assim”, assinalou o ex-ministro.

The post Maílson, sobre IOF: se estivesse lá, tinha feito o mesmo; não tem alternativa appeared first on InfoMoney.

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