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Haddad: objetivo com medidas é reduzir gasto tributário em 5% dos R$ 800 bi estimados
12 de junho de 2025
Governo corrige distorções com MP que compensa recuos no IOF, diz Haddad
12 de junho de 2025
Published by on 12 de junho de 2025
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Muito esperado pelo mercado, o governo federal publicou na noite de quarta-feira (11) o Decreto 12499 e a Medida Provisória 1303 com mudanças significativas na tributação. Agora, o mercado e os investidores se concentram nas chances de aprovação das medidas no Congresso.

O decreto recalibra o IOF, reduz a alíquota fixa para crédito a pessoas jurídicas de 0,95% para 0,38% e elimina a alíquota fixa sobre risco sacado. Para planos VGBL, haverá isenção de IOF até R$ 600 mil anuais a partir de 2026, com alíquota de 5% sobre o excedente. Em 2025, o limite será de R$ 300 mil por seguradora. FIDCs terão IOF de 0,38% na aquisição primária de cotas.

Já operações de câmbio para retorno de capital estrangeiro em participações societárias (IDP) terão alíquota zerada, conforme destaca a consultoria LCA.

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A MP estabelece alíquota fixa de 17,5% de IR para rendimentos financeiros a partir de 2026, inclusive sobre os lucros em bolsa e balcão organizado, com isenção para vendas trimestrais até R$ 60 mil. Amplia-se a compensação entre ganhos e perdas em renda fixa e variável. Criptoativos passam a ser tributados em 17,5% para pessoas físicas e empresas do Simples, com regras específicas para deduções e compensações. Empresas no lucro real terão os ganhos incluídos no IRPJ e CSLL.

Investimentos antes isentos, como LCIs, LCAs e CRIs, emitidos a partir de janeiro de 2026, passam a ter alíquota de 5%. A tributação sobre o faturamento das apostas esportivas (bets) sobe de 12% para 18%. A CSLL terá novas faixas de 15% e 20%, extinguindo a de 9%, afetando fintechs e bancos. A MP também combate compensações tributárias abusivas, restringindo créditos indevidos de PIS/Cofins.

Além disso, haverá aumento de 15% para 20% do IR sobre JCP e unificação das alíquotas do IR sobre aplicações financeiras em 17,5%. Como novidade, a MP trouxe também algumas medidas de redução de despesa: a inclusão do Pé de Meia no gasto mínimo de educação, endurecimento das regras para concessão do seguro defeso e do auxílio-doença.

As medidas devem trazer uma arrecadação aos cofres públicos de R$ 10 bilhões este ano, com o montante sendo metade do previsto no decreto original do IOF. Para o ano que vem, seriam R$ 20 bilhões. Mas outras ações serão tomadas pela equipe econômica.

Segundo o noticiário, Lula telefonou para lideranças do Congresso ontem à noite e teria falado inclusive com o presidente da Câmara, Hugo Motta.

“Daqui até o final de setembro, quando a MP se aproximar do fim do período de vigência (120 dias, descontado o período de recesso), o governo tentará negociar com o Congresso a MP e também novas medidas, como a redução em 10% das isenções tributárias”, avalia a LCA.

Conforme apontam os analistas políticos da consultoria, a aceleração da liberação de emendas parlamentares pode ajudar a reduzir o mau humor recente do Congresso.

“Mas o elemento principal para determinar se a MP, a redução das isenções tributárias e, talvez, até mesmo o arcabouço fiscal, sobreviverão será a evolução da popularidade do governo. Se houver alguma recuperação da popularidade, aumentará a chance de a negociação vingar. Caso contrário, a precária governabilidade do governo pode desaparecer de vez”, apontam.

Na visão do Itaú, com a resistência significativa do Congresso, parece improvável que a MP ponha fim à turbulência política que ocorreu após o anúncio do decreto inicial do IOF, há duas semanas.

Já de acordo com a equipe econômica do Bradesco, as medidas de receitas vieram em linha com o que o governo havia antecipado no domingo à noite e houve a inclusão de medidas que afetam as despesas.

“As estimativas, por ora, são imprecisas, mas estão alinhadas as nossas estimativas preliminares no caso das receitas. Acompanharemos o andamento do processo legislativo nas próximas semanas. Vale lembrar que medidas provisórias precisam ser aprovadas em no máximo 120 dias ou perdem a validade”, avalia o banco.

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