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Published by on 28 de abril de 2025
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O mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo começou 2025 com números animadores, segundo relatório do BTG Pactual. A taxa média de vacância, que mede os espaços desocupados, caiu para 17,6% nos primeiros três meses deste ano, ante 19,3% no 4T24, atingindo o menor patamar para um primeiro trimestre desde 2020.

Além disso, a absorção líquida — resultado da diferença entre a área locada e a devolvida — no 1T25 foi de 99,5 mil m², um pouco acima do registrado no final de 2024 (94,3 mil m²), mostrando que a demanda por lajes corporativas segue alta, segundo os analistas do banco.

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Oportunidades em preços e localizações

O relatório do BTG mostra que, em termos de desempenho, a região da Chucri Zaidan se destacou mais uma vez, com queda de 3% na vacância na comparação trimestral e absorção líquida de 28 mil m².

A localização oferece preços mais acessíveis do que áreas mais tradicionais, como Pinheiros e Vila Olímpia, o que pode ser uma boa oportunidade para investidores que buscam lajes corporativas com maior flexibilidade comercial.

Por outro lado, a Faria Lima continua sendo a região mais cara do estado de São Paulo. A localidade apresentou bom desempenho neste início de ano, com um aumento de 6,8% no preço pedido, que atingiu em média R$ 260 por m², com ativos recém-entregues pedindo até R$ 330/m².

Para quem investe, isso significa que, embora os preços sejam mais altos, a demanda e a valorização continuam fortes.

Oportunidades de custo

Outras regiões também mostraram desempenho positivo, ainda que de forma mais modesta. A Chácara Santo Antônio, por exemplo, embora ainda esteja com vacância elevada (42,3%), registrou a maior absorção líquida do trimestre depois da Chucri Zaidan, impulsionada pela locação da XP no Edifício Luna Nova. 

Esse movimento de “flight-to-cost”, em que as empresas buscam imóveis mais baratos em áreas menos valorizadas, deve continuar a crescer, segundo os analistas, criando boas oportunidades para investidores atentos ao custo-benefício.

Mercado de lajes corporativas em São Paulo (A+) (Imagem: divulgação/BTG Pactual)

Perspectivas para 2025 nas lajes corporativas

O BTG avalia que, apesar de uma atividade econômica no Brasil mais fraca e da entrega de novos empreendimentos ao longo do ano, o mercado de lajes corporativas deve seguir com boas perspectivas.

As regiões mais procuradas, como Faria Lima e Chucri Zaidan, devem manter o ritmo de ocupação elevado e a resiliência nos preços pedidos. Já os locais com maior vacância tendem a se beneficiar à medida que as empresas buscam imóveis mais acessíveis, o que pode levar a ajustes nos valores, de acordo com os analistas.

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