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Assessor de Trump quer que escritório de empréstimos de energia financie projetos de petróleo e gás
10 de junho de 2025
Brasil tem posição privilegiada entre emergentes para atrair investimentos, diz Moody’s
10 de junho de 2025
Published by on 10 de junho de 2025
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O crescimento da concessão de crédito privado tem exigido das instituições financeiras uma postura mais seletiva e cautelosa. O alerta foi feito por Leticia Bubenick, analista de crédito da Moody’s, durante o Inside LatAm Brasil 2025, evento realizado nesta terça-feira (10), em São Paulo.

“Para este ano de 2025, o aviso é que tenham seletividade e cautela”, afirmou a especialista, destacando que o cenário continua desafiador diante do alto nível de endividamento das famílias combinado com taxas de juros ainda elevadas.

Inflação desacelera para 0,26% em maio: BC já pode interromper altas da Selic? Confira análise no Giro do Mercado de hoje:

Segundo ela, a qualidade dos ativos tem sido pressionada, o que exige atenção redobrada por parte das instituições financeiras.

Entre os segmentos mais sensíveis ao atual ambiente de crédito, Leticia destacou o varejo e as pequenas empresas, que têm sido os primeiros a sentir os impactos dos juros altos.

“Temos visto um aumento nos pedidos de recuperação judicial e falência entre companhias menores, cujo público também é o mais rapidamente afetado pelo encarecimento do crédito”, disse.

Já entre as empresas de médio e grande porte, o nível de estresse ainda não se manifestou com a mesma intensidade. No entanto, o alerta segue. “O ponto de atenção é entender por quanto tempo os juros vão continuar elevados, porque isso pode afetar também os segmentos maiores”, afirmou a analista.

Ajuda da tecnologia

Durante o painel, a especialista também ressaltou a importância de fatores estruturais para a sustentabilidade das instituições financeiras, como o investimento contínuo em tecnologia e digitalização.

Segundo Leticia, o avanço da inteligência artificial pode tornar a concessão de crédito mais eficiente, especialmente na análise de risco e no relacionamento com clientes.

André Ventura, diretor financeiro do PagBank, também esteve presente no evento e citou o Pix, sistema de pagamento instantâneo, como exemplo de transformação tecnológica no setor.

“O Pix foi uma evolução surpreendente nos últimos anos. Hoje, uma transação ocorre em menos de cinco segundos e está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirmou.

Já Diego Ventura Salgado, tesoureiro da Stone, que também participou da discussão, alertou que, atualmente, há muito “hype” em torno da inteligência artificial no sistema financeiro.

“Uma parte desse hype é merecida, mas outras não. O mercado já usa IA há algum tempo, mas ainda tem muito a evoluir”, afirmou.

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