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29 de maio de 2025
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29 de maio de 2025
Published by on 29 de maio de 2025
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O ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, fez duras críticas à política fiscal brasileira durante evento promovido pela Verde Asset em São Paulo.

“Nosso fiscal não é frouxo, é totalmente desarrumado e irresponsável. A gente se engana achando que é mais ou menos normal. Não é. É totalmente patológico”, afirmou o economista, destacando que essa situação é o que mantém os juros em patamares tão elevados.

Leia mais: IOF foi aula de psicologia gratuita do que PT pensa de nós (mercado), diz Stuhlberger

Franco explicou que, apesar dos esforços para estabilizar a economia e evitar a hiperinflação, o Brasil não conseguiu impor disciplina fiscal adequada.

Para ele, o problema do país não é uma política fiscal “frouxa”, mas sim um desarranjo grave e irresponsável nas contas públicas, que justifica a manutenção de uma taxa de juros próxima a 15%, considerada uma “jabuticaba” brasileira.

O economista também criticou a falta de entendimento técnico entre políticos e parlamentares sobre o tema, que frequentemente atribuem a alta dos juros a “rentistas” ou a uma suposta política neoliberal do Banco Central.

Segundo ele, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) perdeu força ao longo do tempo, e as reformas necessárias para ajustar o fiscal foram diluídas, deixando o país vulnerável a uma “loucura” fiscal que só é contida pela alta taxa de juros.

Franco reconheceu avanços recentes, como a aceitação pelo governo atual de um arcabouço fiscal que, embora imperfeito, representa algum controle sobre as contas públicas.

No entanto, ele ressaltou que medidas como o pacote de contenção de gastos e o aumento do IOF são insuficientes diante da dimensão do problema fiscal brasileiro, comparando essas ações a “enxugar gelo”.

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