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Published by on 5 de novembro de 2025
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O Chile costuma ser citado por especialistas como um exemplo a ser seguido quando o assunto é empreendedorismo e desburocratização. De acordo com o ranking de burocracia para empreender em 2025 da Florida International University, porém, não é bem assim. O país sul-americano aparece como o mais burocrático para quem quer empreender.

No geral, abrir uma empresa na América Latina continua sendo uma tarefa que exige paciência. Entre idas e vindas a cartórios, certidões e registros, o processo de formalizar um negócio ainda leva meses em boa parte dos países da região.

O estudo, conduzido pelo Adam Smith Center for Economic Freedom, avaliou 21 países, sendo 16 latino-americanos, e levou em conta o número de horas e o custo necessários para abrir e manter uma empresa de médio porte.

A métrica considera empresas de médio porte, geralmente entre 50 e 250 funcionários e faturamento anual de US$ 100 mil a US$ 3 milhões.

Segundo o levantamento, abrir um negócio no Chile exige cerca de 5.227 horas de trabalho administrativo — o equivalente a mais de dois anos em dias úteis. A média geral dos países analisados é de 1.850 horas.

VEJA MAIS: O que os balanços do 3T25 revelam sobre o rumo da bolsa brasileira e quais ações podem surpreender nos próximos meses – confira as análises do BTG Pactual

A situação é ainda mais desigual após a abertura. Enquanto a média global para manter uma empresa é de 1.577 horas por ano, os empreendedores chilenos gastam cerca de 5.860 horas — quase quatro vezes mais que a média calculada pelo estudo.

E a surpresa não termina no Chile, aparecendo como o país mais burocrático a América Latina para quem tenta empreender — o menos demorado talvez também seja uma surpresa.

Chile – iStock

Brasil: entre papéis e progresso

O Brasil aparece na ponta positiva da lista, com o menor tempo médio de abertura de empresas na América Latina. Por aqui, o processo leva cerca de 284 horas — pouco mais de um mês — e custa aproximadamente US$ 400 (R$ 2,16 mil na cotação atual).

Apesar do avanço, o desafio começa depois que o CNPJ sai do papel. Segundo o mesmo relatório, as empresas brasileiras gastam mais de mil horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias e trabalhistas — número menor que o de países como Chile e Argentina, mas ainda alto em comparação com os padrões internacionais.

Eficiência em todos os setores

A agilidade do Brasil se repete em diferentes segmentos da economia, de acordo com o levantamento:

Setor primário (pecuária): o país tem o menor tempo médio de abertura de empresas;
Setor secundário (construção civil): lidera o ranking, com 216 horas — o menor tempo entre todos os países avaliados;
Setor terciário (imobiliário): o Brasil também se destaca, liderando entre os latino-americanos, com 309 horas.

Reformas em andamento

Nos últimos anos, medidas de simplificação ajudaram a reduzir a burocracia para quem quer empreender no Brasil. A digitalização de processos, a unificação de cadastros e a Lei da Liberdade Econômica diminuíram a necessidade de autorizações prévias para atividades de baixo risco.

Essas iniciativas não resolveram a complexidade do sistema — especialmente na área tributária —, mas já encurtaram o caminho para quem deseja abrir um negócio.

Na prática, o empreendedor brasileiro ainda enfrenta uma maratona de formulários, mas está alguns passos à frente dos vizinhos latino-americanos.

O ranking completo do Índice de Burocracia 2025:

Posição
País
Horas de Trabalho Administrativo

1
Brasil
284

2
Rep. Dom.
551

3
México
675

4
Paraguai
720

5
El Salvador
790

6
Costa Rica
824

7
Uruguai
984

8
Honduras
1.360

9
Equador
1.493

10
Bolívia
2.060

11
Guatemala
2.283

12
Colômbia
2.475

13
Peru
3.332

14
Panamá
3.392

15
Argentina
4.496

16
Chile
5.227

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