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Published by on 2 de outubro de 2025
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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentará ainda neste mês um plano para evitar o risco de apagões no país ao Ministério de Minas e Energia (MME) e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), disseram integrantes da diretoria.

O plano prevê o corte, em momentos críticos, da geração de usinas do chamado “grupo III” — empreendimentos das fontes solar, eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) conectados à rede das distribuidoras. Esse grupo soma cerca de 20 gigawatts (GW), ligados principalmente a distribuidoras das regiões Sul e Sudeste.

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“Não obrigatoriamente terá que haver um corte da energia dessas usinas; pode haver uma modulação dessa geração, ou seja, elas podem gerar menos quando há excedente no sistema e gerar mais no período de ponta de carga”, explicou o diretor do ONS, Christiano Vieira, a jornalistas.

“Essa modulação dá mais flexibilidade ao ONS, e o que está em discussão é como estruturar essa modulação.”

A expansão significativa da micro e minigeração distribuída (MMGD) no país tem dificultado a gestão da carga de energia pelo ONS. A maior preocupação ocorre nos momentos de “vale de carga”, quando a demanda por energia está muito baixa e há muita geração solar. Nesses períodos, o ONS precisa reduzir a geração de energia, mas deve obedecer limites legais e parâmetros definidos por órgãos federais.

Segundo Vieira, o que o operador busca é uma solução para os momentos em que “quase tudo que poderia ser reduzido já foi cortado”.

O risco de blecaute surge justamente quando o ONS perde a gestão da carga, que passa a ser atendida quase exclusivamente pela geração distribuída, fora do controle direto do operador.

“A MMGD é uma preocupação nossa porque não temos o controle dessa energia e dependemos da regulação junto às distribuidoras para ter esse controle. Estamos bem preocupados”, afirmou o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.

A proposta surge em meio a riscos crescentes de apagões no Brasil, causados por uma combinação de excesso de geração, principalmente solar, e baixo consumo de energia. Esse cenário se agrava diante da limitada flexibilidade do ONS para gerenciar os desequilíbrios no sistema elétrico.

O tema ganhou relevância nos últimos meses, após o ONS enfrentar situações críticas em maio e agosto, em dias de consumo muito baixo. Para evitar um desbalanço que levasse a apagão, o operador teve que reduzir ao máximo a geração de grandes empreendimentos eólicos, solares e hidrelétricos, deixando o consumo quase totalmente atendido pelas usinas de geração distribuída, sobre as quais o ONS não tem controle.

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