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Published by on 23 de setembro de 2025
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O Comitê de Política Monetária (Copom) está encorajado com a forma como o cenário base da economia brasileira vem se desenrolando, mas ainda considera cedo para comemorar. A avaliação é de Alberto Ramos, chefe de economia para a América Latina do Goldman Sachs, que acredita que o Banco Central tende a manter a Selic em 15% até, pelo menos, o primeiro semestre de 2026.

De acordo com Ramos, a ata da última reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira (23), soou “um pouco menos dura” do que o comunicado anterior, mas reforçou que a política monetária seguirá contracionista por um “período muito prolongado” para garantir a convergência da inflação à meta.

O economista ressalta que o BC vê sinais de que a política monetária está funcionando como esperado: setores mais sensíveis ao crédito e às condições financeiras vêm mostrando moderação, enquanto segmentos ligados ao mercado de trabalho e à renda permanecem resilientes.

Além disso, os riscos fiscais e de crédito, embora monitorados, ainda não provocaram desvios significativos no cenário base.

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Apesar de uma leve queda nas expectativas inflacionárias e de resultados recentes mais favoráveis, Ramos destaca que a autoridade monetária não considera o quadro suficientemente confortável.

“O Copom deixou claro que seguirá paciente, avaliando os impactos já acumulados das altas de juros e disposto a manter a taxa estável por um longo período”, disse.

Segundo a análise, o Comitê também reconheceu que as expectativas de inflação continuam desancoradas e acima da meta em todos os prazos, fator que justifica a manutenção de uma política monetária mais restritiva do que seria adequado em condições normais.

O balanço de riscos segue elevado tanto para pressões de alta — como maior persistência na inflação de serviços — quanto para riscos de baixa, como uma desaceleração mais forte da economia doméstica e global.

“O recado central é de vigilância e paciência. O Copom não hesitará em retomar o ciclo de aperto, se necessário, mas por ora o cenário predominante é de estabilidade prolongada dos juros, possivelmente até o primeiro semestre de 2026”, afirma Ramos.

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