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Published by on 14 de outubro de 2024
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Os países devem deixar de pagar suas dívidas em moeda estrangeira com mais frequência na próxima década do que no passado devido a uma dívida mais alta e a um aumento nos custos dos empréstimos, alertou a agência S&P Global Ratings em um relatório divulgado nesta segunda-feira (14).

As constatações do relatório são um alerta severo no momento em que o mundo sai de uma rodada punitiva de inadimplência da dívida soberana – mesmo quando países credores disseram neste ano que o risco de crise da dívida que pesou sobre o mundo estava começando a diminuir.

“Esses fatores criam rapidamente desafios de liquidez à medida que o acesso ao financiamento se esgota e a fuga de capital acelera”, disse o relatório. “Em muitos casos, isso constitui o ponto de inflexão em que as restrições de liquidez e solvência se tornam problemáticas para um governo.”

A pandemia de Covid-19 em 2020 pressionou as finanças estatais, e houve sete casos de países que não pagaram suas dívidas em moeda estrangeira – Belize, Zâmbia, Equador, Argentina, Líbano e Suriname duas vezes.

Um aumento nos preços de alimentos e combustíveis após a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022 elevou a pressão, e mais oito países ficaram inadimplentes em 2022 e 2023, incluindo a Ucrânia e a Rússia.

O número combinado de inadimplências desde 2020 equivale a mais de um terço das 45 inadimplências em moeda estrangeira desde 2000.

A S&P Global Ratings analisou as inadimplências nas últimas duas décadas e descobriu que os países em desenvolvimento estão agora dependendo mais de empréstimos governamentais para garantir a entrada de capital estrangeiro.

No entanto, quando essa dependência é combinada com políticas imprevisíveis, falta de independência do banco central e mercados de capital locais pouco profundos, geralmente surgem problemas de pagamento.

O aumento da dívida pública e os desequilíbrios fiscais provocaram a fuga de capital, o que, por sua vez, intensificou as pressões sobre o balanço de pagamentos, esgotou as reservas cambiais e, por fim, reduziu a capacidade de empréstimo – essencialmente uma espiral de destruição que levou à inadimplência.

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