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Published by on 8 de março de 2023
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Quatro países nórdicos: Suécia, Islândia, Finlândia e Noruega lideram o índice do “teto de vidro” que a revista The Economist calcula para medir o papel e a influência das mulheres na força de trabalho nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico ou Económico (OCDE).

Por outro lado, Japão e Coreia do Sul, onde grande parte das mulheres ainda precisam escolher entre uma família ou uma carreira, ocupam as duas últimas posições do ranking.

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A The Economist calcula o desempenho dos países por meio dez métricas, incluindo a disparidade salarial entre homens e mulheres, licença parental, custo de creches, nível educacional e representação na alta administração de empresas e em cargos políticos.

Nesse último quesito, o Japão está muito mal representado, figurando em último lugar na lista e apenas 10% de participação de mulheres em uma câmara baixa ou única do parlamento, enquanto a pesquisa mostrou que o número médio de mulheres no parlamento nos países da OCDE aumentou de 28% em 2016 para 34% em 2022.

Segundo a revista, que faz o ranking desde 2016, é dado mais peso aos indicadores que afetam todas as mulheres (como a participação na força de trabalho) e menos aos que afetam apenas algumas (como o salário-maternidade).

O indicador inclui programas de licença-paternidade porque estudos mostram que nos países onde os pais tiram essa licença, as mães tendem a retornar antes ao mercado de trabalho, o emprego feminino é maior e a diferença salarial entre homens e mulheres é menor.

Veja abaixo o ranking de 2022:

IslândiaSuéciaFinlândiaNoruegaPortugalFrançaBélgicaNova ZelândiaDinamarcaEslováquiaEspanhaPolôniaÁustriaCanadáAustráliaItáliaGrã-BretanhaIrlandaEstados UnidosHolandaRepública TchecaAlemanhaHungriaGréciaIsraelSuíçaTurquiaJapãoCoreia do Sul

The post Países nórdicos lideram em participação feminina na força de trabalho na OCDE appeared first on InfoMoney.

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