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10 de novembro de 2025
Published by on 10 de novembro de 2025
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O brasileiro toma, em média, 1.430 xícaras de café por ano, segundo a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café). Mas a lista de marcas seguras está diminuindo. 

No início do mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização do Vibe Coffee. Produzido no Espírito Santo, o órgão apontou irregularidades como falta de licença sanitária e falhas graves de fabricação.

Em 2025, a Anvisa já proibiu seis marcas de café ou “bebida sabor café”, são elas: 

Melissa (“pó para preparo de bebida sabor café”) – junho/2025;
Pingo Preto (“pó para preparo de bebida sabor café”) – junho/2025;
Oficial do Brasil (“bebida sabor café”) – junho/2025;
Café Câmara – setembro/2025;
Fellow Criativo, da Cafellow (“pó para preparo de café”) – outubro/2025.

Diante de tantos casos de irregularidades, começou a viralizar nas redes sociais o termo “cafake”, produto que tem cor, cheiro, gosto e até embalagem parecida com a do café, mas é outra coisa.

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“Cafake”: quando a bebida tem de tudo na mistura, menos café

O termo “cafake” viralizou nas redes para definir produtos com cheiro, cor e gosto de café, mas que estão longe de ser puros.

Com o aumento de 39,6% no preço do café em 2024, muitos consumidores buscaram opções mais baratas, abrindo espaço para as falsificações.

Segundo a Abic, esses “cafakes” são misturas com impurezas como cascas, mucilagem (camada viscosa do grão), pau, pedra, palha. Sem registro na Anvisa para ser comercializado. 

Em alguns dos casos autuados pela agência foram constatados a presença de “lixo de lavoura”, fragmentos de vidro, presença da toxina ocratoxina A (OTA), falsificação do selo de pureza da Abic e até extrato de cogumelo com propriedades duvidosas. 

E o problema não se restringe aos cafés comuns: até os gourmet estão sendo alvo da Anvisa. O Vibe Coffee, por exemplo, vendia pacotes de 100 a 250g por até 170 reais. 

Em nota divulgada nas redes sociais, a marca nega as acusações. Segundo o comunicado, a inspeção foi solicitada pela própria empresa e que está em processo de regularização. O site, porém, segue fora do ar.

LEIA TAMBÉM: Dia Internacional do Café: conheça 10 formas de preparar a bebida mais consumida pelos brasileiros

Quatro passos para não levar “gato por lebre”

Para ser considerado café, o produto deve conter apenas grãos torrados. A Abic recomenda atenção a quatro pontos:

Variedade: verifique a espécie e a porcentagem de grãos (Arábica, Robusta, Conilon);
Grau de torra: o nível (claro, médio ou escuro) deve estar indicado;
Moagem: precisa constar se é “torrado em grãos” ou “torrado e moído”;
Tipo: produtos “fora do tipo” podem não seguir os padrões mínimos, como o teor de cafeína.

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