Embora não tenha adotado um lockdown no estilo do praticado em Xangai, que durou mais de dois meses, a China apertou ainda mais as medidas restritivas de circulação de pessoas em Pequim, com o objetivo de “cortar a cadeia” de transmissão do novo coronavírus após o novo surto de covid-19 no país.
Prédios públicos e de escritórios, museus e parques foram fechados, escolas de vários distritos mantém as aulas remotas, enquanto autoridades incentivam as pessoas do distrito de Chaoyang a “desacelerar suas vidas”, reduzindo contatos desnecessários, façam reuniões online no trabalho e prefiram as comunicações telefônicas.
Além disso, a partir de quinta-feira (24), Pequim exigirá um resultado de teste negativo de 48 horas para entrar em prédios de escritórios, supermercados, hotéis, restaurantes e andar de transporte público.
A capital da China, que tem quase 22 milhões de habitantes, viu seu número de casos saltar para um recorde de 1.438 infecções locais na manhã desta terça-feira (22). No final de semana, a cidade registrou três mortes pela doença, as primeiras vítimas oficiais na China em seis meses.
Nacionalmente, a China registrou 2.145 casos confirmados e 25.754 infecções assintomáticas, principalmente causadas por surtos na província de Guangdong, no sul, Chongqing, no sudoeste. Província do norte do país também começam a experimentar uma aceleração dos casos, segundo autoridades.
Hoje, foram fechados, até novo aviso, o Chaoyang Park e o Olympic Forest Park, junto com o Museu Militar da Revolução do Povo Chinês e várias galerias.
“Pequim enfrenta a situação de prevenção e controle mais complexa e severa desde o início da pandemia de covid-19 e está no momento mais crítico”, disse na segunda-feira (21) Liu Xiaofeng, vice-diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Pequim, na segunda-feira.
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