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Ritmo de crescimento do crédito segue elevado apesar de condições restritivas, diz BC
20 de agosto de 2025
Ritmo de crescimento do crédito segue elevado, apesar de condições restritivas, diz BC
20 de agosto de 2025
Published by on 20 de agosto de 2025
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A economia brasileira deve apresentar um “pouso suave” nos próximos meses, afirma o chefe de pesquisa econômica do BTG Pactual, Samuel Pessôa.

Segundo ele, no cabo de guerra entre a política monetária “muito contracionista” e o fiscal, parafiscal e creditício “expansionistas”, a ponta monetária está ganhando. “Está gerando uma desaceleração importante”, disse.

A Selic está em 15% ao ano e, segundo o Banco Central, deve ser mantida em “patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado”

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Pessôa ressaltou, na 26ª Conferência Anual do Santander, que os setores cíclicos — que correspondem a cerca de 70% da economia — devem desacelerar de forma significativa este ano, de 4% em 2024 para cerca de 1%.

O economista destacou também que a política fiscal passa por uma mudança relevante. Ao considerar os precatórios pagos em atraso, o crescimento do gasto primário real neste ano fica abaixo de 2%, o que indica uma desaceleração significativa na área fiscal.

No entanto, ele pondera que parte desse avanço deve ser revertido no próximo ano — que é eleitoral –, embora sem grande intensidade.

Ele acrescentou ainda que o mercado de trabalho está em pleno emprego, mas o hiato está bem menor do que o padrão histórico.

O BTG projeta que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deve ser de 1,9% em 2025 e 1,5% em 2026.

Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, por sua vez, destacou que os juros elevados estão começando a impactar o crédito e a desaceleração econômica, embora de forma mais lenta do que o previsto.

Já a economista-chefe do JP Morgan para a América Latina, Cassiana Fernandez, disse que a desaceleração já está presente e deve se intensificar no segundo trimestre.

Ela avaliou, no evento, que o impulso fiscal ainda existe, mas de forma mais moderada, e que o cenário global mais fraco contribui para reduzir pressões inflacionárias.

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