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Published by on 20 de dezembro de 2025
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Foi-se o tempo em que a “praia do paulista” era o shopping center. Agora, ela pode estar às margens do Rio Pinheiros. No início de dezembro, São Paulo ganhou seu primeiro clube de surfe, o São Paulo Surf Club. A principal diferença — além da ausência de natureza — é que, ao contrário das praias tradicionais, o acesso não é público: só entra quem pode pagar.

Localizado ao lado da Marginal Pinheiros, uma das vias mais movimentadas da cidade, o clube abriga uma piscina de 220 metros capaz de gerar ondas com até 22 segundos de duração, permitindo a execução de diversas manobras. Além da localização estratégica, a chamada “praia de paulista” oferece uma vista inusitada: a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira.

Mesmo longe de um cenário paradisíaco, o acesso não é para qualquer um. Para frequentar a piscina de ondas do São Paulo Surf Club, é preciso desembolsar R$ 1,25 milhão pelo título, além de uma mensalidade de R$ 3,3 mil.

O empreendimento faz parte do grupo JHSF.

 

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Um post compartilhado por São Paulo Surf Club (@saopaulosurfclub)

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A estrutura do clube

A tecnologia usada para a formação das ondas é considerada de ponta. Batizado de PerfectSwell, o sistema foi desenvolvido pela American Wave Machines e permite ajustar as condições da piscina, criando ondas de diferentes alturas, formatos, durações e velocidades.

Além das aulas de surfe, os membros têm acesso aos seis andares do complexo de luxo, que inclui:

Restaurante
Bar
Kids club
Piscinas externas
Academia
Quadras de pickleball e squash
Salas de massagem
Áreas de relaxamento
Raia aquecida para natação
Salão de beleza
Sala de pilates
Spa
Quatro quadras de tênis de saibro
Quadra poliesportiva
Escritórios administrativos

São Paulo Surf Club – Divulgação

Vista para as ondas — e para a Marginal Pinheiros

O projeto da JHSF também inclui o São Paulo Surf Club Residences, com apartamentos que variam de 260 m² a 870 m², com três ou quatro suítes. O residencial está em fase de pré-reserva, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2026.

Quem adquirir uma das unidades terá acesso a todo o complexo, incluindo piscinas, quadras e uma vista que nem mesmo muitas praias cariocas oferecem. A estimativa é de que o metro quadrado custe cerca de R$ 45 mil. Dependendo da metragem, o valor de um apartamento pode chegar a quase R$ 40 milhões.

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