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Derrubada do IOF impõe desafio fiscal adicional para 2025 e 2026, alerta XP
26 de junho de 2025
Banco Mundial diz que Brasil precisa de ajuste fiscal de 3% do PIB para estabilizar dívida pública
26 de junho de 2025
Published by on 26 de junho de 2025
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Para o presidente do conselho de administração e sócio do BTG Pactual, André Esteves, o ajuste fiscal no Brasil é perfeitamente possível, desde que haja uma “liderança na direção certa”. Ele afirmou que o caminho está claro e o Congresso atual é capaz de avançar com as medidas necessárias.

“É perfeitamente possível, viável, factível e o que precisa ser feito está muito claro”, disse, nesta quinta-feira (26), durante a Global Managers Conference, evento do BTG.

Esteves ironizou o fato de o equilíbrio fiscal ainda parecer uma questão complexa no debate público. “Entender e identificar o problema é um grande avanço que pode ocorrer nesta gestão. (…) Precisa trazer ou desenterrar o Einstein para ele ver qual é a ideia mais brilhante que pode ser feita?”, questionou.

Para ele, a sociedade está amadurecendo e cobrando o governo para haver responsabilidade nas contas públicas. “Estamos gastando mais do que arrecadamos”, afirmou.

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O chairman do banco destacou ainda que o Congresso atual é o mesmo que já aprovou importantes reformas nos últimos anos e tem capacidade de implementar o ajuste necessário. Segundo ele, a agenda de reformas iniciada nos últimos governos — com a reforma trabalhista (Michel Temer), previdenciária (Bolsonaro) e tributária (Lula) — colocou o Brasil numa trajetória de crescimento e foi determinante para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos cinco anos.

Mansueto de Almeida, economista-chefe do BTG, também defendeu uma agenda focada no controle do crescimento dos gastos. Isso tira a pressão da inflação e abre espaço para um cenário rápido de corte de juros, afirmou.

Ele sugeriu o fim da política de valorização do salário mínimo como uma “uma medida que parece simples” para conter o avanço dos gastos. “Aumento real de salário mínimo não é politica social”, disse.

“O governo vai continuar investindo em saúde pública, educação, segurança e programas de combate à pobreza, como o Bolsa Família. Tem diversas formas mais eficazes de combater a pobreza do que simplesmente aumentar o salário mínimo”.

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