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EUA: setor privado cria 177 mil vagas de emprego em agosto, abaixo do esperado
30 de agosto de 2023
Secretária de Comércio dos EUA deixa China com tom otimista após críticas
30 de agosto de 2023
Published by on 30 de agosto de 2023
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O Índice de Preços ao Produtor (IPP) acumulou o sexto mês seguido de variação negativa em julho, após queda de 0,82% em relação a junho, informou nesta quarta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o indicador acumula retração de 14,07%, renovando a marca mais baixa da série histórica. O índice acumulado no ano atingiu retração de 7,23%.

O indicador veio abaixo da mediana dos analistas que esperavam uma queda de 2,99% no mês.

Segundo o IBGE, em julho, 16x das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações negativas de preços quando comparadas ao mês anterior. Em junho 19 das atividades tinham mostrado deflação em relação a maio.

Segundo Murilo Alvim, analista da pesquisa, o resultado de julho mostrou a manutenção da tendência recente: nos últimos 12 meses, em 11 os preços na indústria recuaram na comparação mensal. “Uma das explicações é a queda do dólar. Só este ano, o dólar registra desvalorização de 8,4%. Com isso, o preço em real do produto exportado diminui e, ao mesmo tempo, o custo das matérias-primas que são importadas também fica menor”, explicou em nota.

Das atividades em queda, o setor de maior influência em julho foi o de alimentos, que caiu 1,36% e colaborou com -0,33 ponto percentual no resultado geral da indústria.

“Além do dólar, há uma tendência de queda em diversas commodities. Com isso, o setor de alimentos apresentou maiores reduções nos grupos de carnes e laticínios, explicadas pela diminuição do custo de aquisição de commodities como o milho e soja, que são os principais componentes da ração para os animais”, detalhou Alvim.

Outras commodities

Além das agrícolas, outras duas commodities que têm apresentado quedas ao longo do ano são os óleos brutos de petróleo e os minérios de ferro. “Esses produtos impactam diversos setores da indústria nacional, como o de refino de petróleo e biocombustíveis e o de metalurgia, que têm apresentado quedas correntes e acumuladas na pesquisa”, destacou o analista do IBGE

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Essas commodities, porém, apresentaram alta na passagem de junho para julho, o que ajuda a explicar o aumento observado nas indústrias extrativas. Os preços de julho desse setor subiram 5,08% ante junho, registrando a maior variação do mês e a terceira maior contribuição (0,22 p.p.).

Porém, o acumulado no ano permanece negativo (-1,43%). “O aumento observado nos preços do petróleo em julho está ligado à expectativa do mercado por uma redução global da oferta do produto, após a diminuição de estoque nos EUA e corte na produção de países como Arábia Saudita e Rússia”, afirmou Alvim.

Os minérios de ferro também tiveram alta no mês, embora ainda apresentem queda acumulada na comparação com julho de 2022. Segundo o analista, em julho o mercado reagiu com expectativa de aumento de demanda após o lançamento de um plano de incentivo econômico da China voltado à construção.

Ainda assim, aproveitando a redução nos custos de aquisição da commodity nos últimos meses, o setor de metalurgia teve queda de 2,59% em relação ao mês anterior, marcando o terceiro resultado negativo consecutivo. Foi a quarta variação mais intensa entre as atividades, assim como a quarta principal influência no resultado geral da indústria (-0,17 p.p. em -0,82%).

Não duráveis têm maior queda

Todas as grandes categorias econômicas apresentaram queda na passagem de junho para julho. A de bens de consumo caiu 1,19%, sendo que a variação dos duráveis foi de -0,22%, ao passo que nos semiduráveis e não duráveis foi de -1,39%. Já os bens intermediários caíram 0,63%, enquanto os bens de capital tiveram redução de 0,42%.

No acumulado no ano, a variação das grandes categorias econômicas chegou a -10,84% em bens intermediários, a maior no período. No caso de bens de capital, ficou em -1,69% enquanto em bens de consumo foi de -2,51%. Os bens de consumo duráveis acumularam variação de 1,54%, enquanto em bens de consumo semiduráveis e não duráveis foi de -3,30%.

No acumulado em 12 meses, a variação de preços de bens de capital foi de 0,81% enquanto os preços dos bens intermediários variaram -19,80% neste intervalo. Já a variação em bens de consumo foi de -7,08%, sendo que bens de consumo duráveis apresentou variação de 3,51% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis de -9,01%.

 

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