• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Produção manufatureira dos EUA fica inalterada em novembro
23 de dezembro de 2025
Hassett: Forte crescimento do PIB é um “presente de Natal para o povo americano”
23 de dezembro de 2025
Published by on 23 de dezembro de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

Depois de uma longa sequência de adiamentos e mudanças no cronograma, o primeiro foguete comercial lançado pelo Brasil finalmente decolou na noite de ontem — mas o voo durou pouco. Pouco após deixar a plataforma, o Hanbit-Nano foi envolto por uma bola de fogo, explodiu ainda no ar e caiu em seguida. O episódio teve reflexo imediato no mercado: as ações da Innospace, fabricante sul-coreana do veículo, entraram em forte queda.

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), após a saída da base de lançamento, “o veículo iniciou sua trajetória conforme o previsto. No entanto, houve uma anomalia no veículo que o fez colidir com o solo”, conforme trecho da nota oficial divulgada após o acidente.

O voo não era tripulado e durou pouco mais de um minuto. A transmissão foi interrompida logo após a explosão.

Ainda de acordo com a FAB, equipes da Aeronáutica e do Corpo de Bombeiros do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) foram enviadas ao local para análise dos destroços e da área de impacto. A força aérea informou que todas as ações previstas — incluindo segurança, rastreamento e coleta de dados — foram executadas conforme o planejamento, dentro dos parâmetros internacionais do setor espacial.

A missão integrava a Operação Spaceward, desenvolvida pela FAB em parceria com a Innospace. O lançamento era considerado um marco para o CLA, no Maranhão, e mobilizou cerca de 400 profissionais, entre militares e civis brasileiros, além de técnicos sul-coreanos.

Nesta terça-feira, as ações da empresa responsável pelo lançamento fecharam em queda de 28,60% na bolsa da Coreia do Sul.

Hanbit-Nano, primeiro foguete comercial brasileiro – Agência Brasil

SAIBA MAIS: O Money Times reuniu as recomendações de mais de 20 bancos e corretoras em um conteúdo gratuito e completo para você investir melhor; veja aqui. 

Uma sequência de adiamentos

O lançamento do Hanbit-Nano passou por sucessivas reprogramações. A data original estava marcada para 21 de novembro, mas foi adiada na véspera para ajustes adicionais no veículo e uma avaliação mais detalhada do desempenho esperado em voo.

A nova tentativa ocorreu em 17 de dezembro, quando outro problema interrompeu a operação. Durante a inspeção final, os técnicos identificaram uma anomalia no dispositivo de resfriamento do sistema de fornecimento de oxidante do primeiro estágio, o que levou ao cancelamento da decolagem.

Após a substituição dos componentes afetados, o lançamento foi remarcado para sexta-feira (19). Os contratempos, porém, continuaram. O horário inicial, às 15h34, foi adiado para 17h devido ao tempo nublado em Alcântara. Mais tarde, uma nova mudança empurrou a tentativa para 21h, após a identificação de um problema no fornecimento de energia elétrica em solo no local de lançamento.

Mesmo assim, a contagem regressiva não avançou, e a missão acabou sendo adiada novamente, desta vez para segunda-feira (22).

Por fim, o lançamento ocorreu às 22h13.

O foguete brasileiro

O Hanbit-Nano LiMER era um foguete de dois estágios, projetado para o lançamento de nanossatélites em órbitas baixas.

Apesar do porte compacto, o veículo representava uma das áreas de crescimento mais acelerado do setor espacial: lançadores menores, de menor custo e voltados ao mercado de satélites de baixa massa.

A bordo, o foguete transportava cinco satélites e três experimentos tecnológicos, desenvolvidos por instituições e empresas do Brasil e da Índia.

Entre eles estava o Jussara-K, um nanossatélite desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em parceria com startups e instituições locais. O equipamento carrega sensores para monitoramento ambiental em áreas remotas e seria responsável por comunicações com estações terrestres distribuídas na região de Alcântara.

Imagem: FAB

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Santander (SANB11) e Itaú Unibanco (ITUB4) na lupa do mercado; o que esperar do Ibovespa hoje (4)


Read more
4 de fevereiro de 2026

Lotofácil 3604 faz um novo milionário; Mega-Sena encalha e prêmio vai a R$ 144 milhões


Read more
4 de fevereiro de 2026

Ações de software despencam; Alphabet divulga resultados; ouro sobe – o que está movendo os mercados


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress