• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Trump diz que pode elevar tarifas automotivas em breve para obter mais produção nos EUA
12 de junho de 2025
Nos EUA, Bessent se esquiva de confirmar fim de pausa tarifária para China em agosto
12 de junho de 2025
Published by on 12 de junho de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

A nova proposta do governo federal para tributar os rendimentos de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), até então isentos de Imposto de Renda, poderia enfrentar questionamentos no Judiciário, caso houvesse tentativa de retroagir a cobrança. No entanto, especialistas avaliam que a forma como a Medida Provisória foi apresentada respeita a segurança jurídica e reduz o risco de litígios.

Segundo o tributarista Daniel Szelbracikowski, sócio da Advocacia Dias de Souza e especialista em direito constitucional, o governo deixou claro no Parágrafo 4º do artigo 41 da Medida Provisória que a nova tributação não incidirá sobre as LCIs e LCAs já emitidas antes da edição da norma.

“Tributar retroativamente esses rendimentos representaria uma alteração das regras do jogo já consolidadas, comprometendo a confiança dos agentes econômicos no ordenamento jurídico e na estabilidade das normas que regem o mercado financeiro”, explica o especialista.

Ao preservar os estoques já contratados, o governo evita criar insegurança para investidores e contribuintes, além de prevenir disputas judiciais que poderiam gerar instabilidade no mercado de crédito, especialmente nos setores imobiliário e do agronegócio, que são os principais beneficiados por esses instrumentos financeiros.

“A decisão do governo de excluir da tributação as LCIs e LCAs já emitidas foi acertada, pois garantiu a segurança jurídica de contribuintes e do próprio mercado, ainda que não elimine eventuais efeitos econômicos sobre os setores incentivados”, acrescenta Szelbracikowski.

A proposta do Ministério da Fazenda prevê a aplicação de uma alíquota de 5% sobre os rendimentos de LCIs e LCAs futuras, com o argumento de corrigir distorções no sistema financeiro e ampliar a base de arrecadação federal.

“A ideia é promover maior justiça fiscal, mas é fundamental que se respeite os princípios constitucionais para evitar retroatividade indevida”, reforça o tributarista.

O que está em jogo

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são instrumentos de captação de recursos direcionados, e oferecem isenção de imposto como incentivo ao financiamento de setores estratégicos da economia. Ao propor a tributação, o governo busca aumentar a arrecadação, mas precisa equilibrar essa iniciativa com os impactos no crédito e nos investimentos destinados a esses segmentos, de acordo com especialistas.

A discussão deve seguir no Congresso Nacional e continua atraindo a atenção do mercado e dos investidores.

Leia Mais: Nova MP ameaça R$ 50 bilhões em crédito e 1,3 milhão de empregos no agro e construção 

The post Proteção de estoque de LCI e LCA na MP evita insegurança jurídica, diz especialista appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress