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Para analistas, ata do Copom teve tom mais duro sobre situação fiscal do que o comunicado do BC
13 de dezembro de 2022
Opep prevê que Brasil aumentará produção de líquidos em 2022 e 2023
13 de dezembro de 2022
Published by on 13 de dezembro de 2022
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A queda de 0,6% no volume de serviços em outubro, interrompendo uma sequência de cinco meses de indicador positivo, já era esperada por analistas e confirmou a leitura de que o setor passa por uma desaceleração, após uma natural dissipação dos efeitos da retomada da economia após as restrições causadas pela pandemia. A avaliação é que a tendência deve se manter, mas com subsetores como os serviços às famílias ainda podendo mostrar algum aquecimento à frente.

Na análise do Itaú BBA, mesmo com queda já esperada para o mês, houve uma principal surpresa negativa em relação à para os ‘Serviços de transporte’, segundo relatório assinado por Natalia Cotarelli e Matheus Felipe Fuck. Este dado teve decréscimo de 1,8% no mês, com forte impacto do tombo de 10,1% nos Serviços de Transporte Aéreo

Eles também alertaram que, embora os serviços prestados às famílias – que foram os mais afetados pelas medidas de distanciamento social durante a pandemia – tenham apresentado sua primeira queda após crescer por sete meses consecutivos, esse setor ainda pode surpreender porque atingiu seu patamar anterior à crise sanitária.

Para o Itaú BBA, a perda de força da atividade já estava aparecendo em outros indicadores. “Esperamos que o setor de serviços continue desacelerando nos próximos meses. Os efeitos da reabertura estão se dissipando, e os demais setores, como produção industrial e vendas no varejo, já mostram alguma perda de tração”, afirmaram.

Segundo o XP Macro Watch, os resultados desagregados do setor de serviços foram fracos, uma vez que três entre os cinco grupos da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) recuaram em outubro ante setembro. “O grupo de Serviços Prestados às Famílias declinou 1,5%, encerrando uma longa série de sete ganhos consecutivos na margem. Esses serviços ainda estão cerca de 6% abaixo dos patamares vistos antes da deflagração da pandemia.”

A avaliação é que os impulsos da reabertura econômica estão se dissipando gradualmente, mas as receitas correntes do setor de serviços estão cerca de 10,5% acima dos níveis pré-pandemia, e 3,5% acima dos níveis registrados ao final de 2021.

“Em síntese, a contração do setor de serviços em outubro se soma a outras evidências de desaceleração da atividade econômica doméstica, que deve ficar mais visível (acentuada) nos próximos meses”, previu a XP.

Na avaliação de Eduardo Vilarim, economista do Banco Original, a forte queda registrada no transporte aéreo mostra que o segmento sentiu em cheio o peso da inflação (27,38%). “Essa variação de preços afetou fortemente as atividades turísticas, que contraíram 2,8% no mês, fazendo com que o índice voltasse ao patamar pandêmico”, observou.

Sobre o indicador cheio, Vilarim ponderou que houve, em menor grau, uma “competição” no mês com as vendas do varejo, devido à disseminação de descontos antecipados provenientes da Black Friday.

Para novembro, o economista do Banco Original afirma que as perspectivas são mistas: o PMI, por exemplo, avançou 2,1 pontos na passagem de outubro para novembro, com entrevistados mencionando melhorias contínuas na cadeia de suprimentos e desempenho logístico, o que traz um viés positivos para os serviços de transporte e armazenagem de cargas.

“Paralelamente, a redução nos preços dos combustíveis e na passagem aérea verificada pelo IPCA de novembro devem beneficiar os serviços de transporte de passageiros no próximo mês. Por outro lado, o Índice de Confiança de Serviços presente na Sondagem de Serviços da FGV recuou em novembro, acentuado pela percepção de piora contínua dos serviços prestados às famílias, que sentem o peso da inflação e do maior endividamento.”

Já a avaliação do BTG Pactual é que, nos últimos meses do ano, o setor de serviços pode manter-se como vetor positivo para a atividade econômica em meio a melhora da renda real das famílias, um mercado de trabalho mais forte e a sazonalidade positiva. “Porém entendemos que, diante do forte desempenho no ano e dos impactos negativos do aperto das condições financeiras, o setor deve apresentar sinais mais claros de desaceleração nas próximas divulgações”, previu

“Além disso, esperamos uma maior concentração nas leituras, com manutenção da difusão em patamar mais baixo. Nesse sentido, os serviços prestados às famílias devem continuar se destacando, dado que ainda estão abaixo do patamar pré-pandemia e deve ser beneficiado pelas festas de fim de ano e pela Copa do Mundo”, afirmou o BTG em relatório.

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