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Published by on 18 de outubro de 2025
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Uma semana depois de alertar para uma possível “bolha” nas ações de inteligência artificial (IA) nos Estados Unidos — em comparação com o período que antecedeu a bolha das pontocom no fim dos anos 1990 —, o bilionário Ray Dalio voltou aos holofotes por outro motivo.

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O fundador da Bridgewater Associates e autor de Principles revelou estar treinando um “clone digital” de si mesmo, um modelo de IA projetado para responder perguntas e orientar usuários com base em suas ideias sobre mercados, economia e comportamento humano.

Segundo o gestor, o projeto utiliza perguntas enviadas por seus seguidores nas redes sociais como material para “educar” o algoritmo — processo conhecido como crowdsourcing de dados.

Um Dalio em versão digital

A proposta é transformar a metodologia de investimento de Dalio em um sistema interativo de aprendizado.

O “clone de IA” será capaz de responder sobre temas como ouro, inflação, ciclos econômicos e tomada de decisão, reproduzindo o raciocínio que o tornou um dos investidores mais influentes do mundo.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2024 e ainda está em fase inicial de testes. O objetivo é criar uma ferramenta que funcione como uma espécie de mentor digital, ampliando o alcance de suas ideias e princípios de gestão.

Democratização do conhecimento — ou risco calculado

Ray Dalio afirma que quer tornar seu conhecimento acessível em larga escala, permitindo que investidores e curiosos aprendam diretamente com seu modo de pensar — ainda que por meio de uma máquina.

Ao mesmo tempo, o bilionário reconhece que a IA traz riscos e desigualdades. Em declarações recentes, ele alertou que a tecnologia pode aprofundar disparidades sociais e econômicas, gerando um cenário de “vencedores e perdedores” entre quem domina e quem depende das máquinas.

Além disso, há desafios técnicos. Replicar nuances humanas — como intuição, contexto e ironia — continua sendo um dos maiores obstáculos para a IA.

Especialistas alertam que sistemas desse tipo podem interpretar mal perguntas ou gerar respostas inconsistentes, exigindo supervisão constante.

Com o “Dalio digital”, o investidor parece decidido a explorar uma nova fronteira: usar a inteligência artificial para eternizar seu pensamento e estilo de gestão.

Se a experiência funcionar, conversar com o clone de um dos maiores nomes da história dos mercados pode acabar sendo mais fácil do que conseguir um encontro com o original.

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