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Published by on 10 de dezembro de 2025
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As revendas perderam participação no financiamento da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso, o maior produtor da oleaginosa do Brasil, em meio a uma onda de recuperações judiciais e falências no setor, afirmou um estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta terça-feira (9).

Esse segmento de financiamento participou com 5,25% do custeio, redução de 6,20 pontos percentuais ante a safra passada.

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“Esse recuo decorre da piora das condições financeiras desse segmento, marcada pelo aumento de falências, pela elevação dos pedidos de recuperação judicial e pela menor capacidade de absorção de risco”, disse o Imea.

De outro lado, o recuo das revendas abriu espaço para o avanço de alternativas privadas, especialmente operações estruturadas de “barter” e demais modalidades de crédito privado, que ganharam relevância no financiamento da safra.

O segmento de Multinacionais e Tradings respondeu por 30,74% do custeio, avanço de 1,89 ponto percentual na comparação anual, mantendo-se como a segunda maior fonte de recursos.

“Esses agentes absorveram parte do espaço deixado pelas revendas, apoiados por maior robustez financeira e capacidade superior de gestão de risco, o que lhes permitiu atender uma parcela relevante da demanda por insumos a prazo”, disse.

Já o sistema financeiro, que havia sido o principal financiador da soja de Mato Grosso na safra passada, ampliou sua relevância, apesar dos maiores custos enfrentados pelos produtores.

O sistema financeiro respondeu por 35,42% do custeio da temporada, registrando aumento de 5,04 pontos percentuais.

“O movimento reflete necessidade maior de recursos e restrições no mercado, somadas a juros elevados”, afirmou.

Com a migração de uma parcela para o sistema financeiro, o produtor pagou mais caro pelo dinheiro e, ainda assim, não cobriu toda a necessidade, segundo o Imea.

Com uma área estimada de 13,01 milhões de hectares de soja, o custo total deve alcançar R$ 54,39 bilhões, relatou o Imea.

Recursos próprios

O Imea observou ainda que a parcela do capital próprio no financiamento atingiu 23,51% do custeio, avanço de 2,84 pontos percentuais.

“A maior participação de crédito e de recursos próprios não sinaliza folga, mas uma necessidade estrutural num ambiente de crédito escasso, caro e com margens comprimidas”, afirmou o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, em nota.

O instituto ponderou que, embora o crescimento indique maior utilização de capital do próprio produtor, parte desse montante pode refletir operações à vista lastreadas na produção da safra 2024/25 para aquisição de insumos da 2025/26.

Nesta terça-feira, integrantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacaram o aumento da participação de recursos próprios no custeio da safra 2025/26.

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