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Published by on 9 de outubro de 2025
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O diretor de Política Monetária​ do Banco Central, Nilton José David, afirmou nesta quinta-feira (9) que a instituição não terá “nenhum problema” em subir novamente a Selic se necessário, mas reiterou a mensagem de manutenção da taxa básica em 15% por um período prolongado.

Em participação em evento da Câmara Espanhola, em São Paulo, David afirmou que o ciclo de política monetária atual está diferente de outros ciclos, citando o nível de incerteza “bastante maior”.

“Neste cenário de incerteza, a condução da política monetária que se requer é algo mais restritivo do que se teria em outros casos”, pontuou David, acrescentando: “Se houver alguma alteração do curso, não teremos nenhum problema em ou subir, ou ajustar.”

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David afirmou ainda que a decisão tomada pelo BC de interromper as elevações da Selic demanda um período mais prolongado de estabilidade da taxa básica, para que a inflação seja trazida à meta.

“Esse ‘bastante’ (prolongado) é basicamente o trade-off de não termos ido além dos 15%”, disse David.

O centro da meta contínua de inflação do Banco Central é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Na manhã desta quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial de inflação, subiu 0,48% em setembro, abaixo do 0,52% projetado por economistas consultados pela Reuters. Em 12 meses até setembro a inflação atingiu 5,17%, ante projeção de 5,22%.

Ao avaliar o cenário atual, David lembrou que o Brasil passou por quatro anos de crescimento econômico “bastante robusto” e “além do esperado” e que a atividade ainda está acima do potencial, mas que o BC espera que haja alguma moderação.

“O cenário prospectivo é de arrefecimento deste crescimento, o suficiente para trazer a inflação para a meta”, disse David, acrescentando que a inflação está “razoavelmente contida”, ainda que acima do intervalo de tolerância da meta.

O diretor defendeu ainda que a decisão de julho de interromper o processo de elevações da Selic — em um momento em que muitos agentes ainda enxergavam a necessidade de mais altas até que as expectativas de inflação caíssem mais — foi “muito bem aceita” pelo mercado.

Em outro momento, o diretor lembrou que as expectativas de inflação do mercado no relatório Focus trazem informações não consideradas pelo BC em suas projeções, como alterações do cenário fiscal e a movimentação da política comercial norte-americana.

David afirmou que o BC não quer “correr o risco de reagir a ruídos” e que não vai “colocar volatilidade no mercado”.

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