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13 de maio de 2025
Published by on 13 de maio de 2025
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O Comitê de Política Monetária (Copom) afirma que as incertezas em torno da política econômica nos Estados Unidos e a guerra tarifária contra a China têm impacto sobre expectativas e inflação, onde o ambiente externo “mostra-se adverso e particularmente incerto”.

Segundo os diretores, o cenário continua exigindo cautela por parte de países emergentes em ambiente de maior tensão geopolítica.

Na ata da última reunião do Comitê, divulgada nesta terça-feira (13), o Copom diz que o ambiente externo está conturbado “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos”.

Mas os diretores ressaltam que isso não diverge o cenário-base do Comitê, que já enxerga uma redução do ritmo de crescimento da economia, o que deve se repetir em trimestres seguintes.

“O Comitê reforça que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta”, afirmam.

Para eles, alguns fatores elencados durante a reunião seguem dando confiança ao Copom de que o processo de moderação de crescimento deve ocorrer, após vários anos de surpreendente dinamismo.

“O Comitê segue avaliando que o cenário-base prospectivo envolve uma desaceleração da atividade econômica, a qual é parte do processo de transmissão de política monetária e elemento necessário para a convergência da inflação à meta”, concluem.

Além disso, os diretores afirmam que a decisão de elevar a Selic em 0,50 p.p. se deu pelo cenário de “desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho”.

Na reunião da semana passada, entre 6 e 7 maio, o Comitê elevou a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.), para 14,75% ao ano.

O comunicado do Copom

Na ata, o Copom esclarece que, no cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho ainda tem apresentado dinamismo. No entanto, ainda será observado se haverá moderação no crescimento.

“A conjuntura externa, em particular os desenvolvimentos da política comercial norte-americana, e a conjuntura doméstica, em particular a política fiscal, têm impactado os preços de ativos e as expectativas dos agentes. O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros”.

Para as próximas decisões, os diretores dizem que ainda avaliarão o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados. Para eles, a demanda exige cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.

A autarquia reforça que se manterá vigilante e a calibragem do aperto monetário apropriado seguirá guiada pelo objetivo de trazer a inflação à meta no horizonte relevante.

Isso, dizem os membros do Copom, a depender da evolução da dinâmica da inflação.

“Em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, afirmam.

E a inflação?

Segundo o documento, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação. Isso porque, as expectativas de inflação para 2025 e 2026, apuradas pela pesquisa Focus, permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,5% e 4,5%, respectivamente

“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, mantiveram-se acima da meta de inflação em todos os horizontes, tornando o cenário de inflação mais adverso”, apontam. “A desancoragem das expectativas de inflação é um fator de desconforto comum a todos os membros do Comitê e deve ser combatida”.

Contudo, as projeções para a inflação acumulada em quatro trimestres para 2025 e para 2026, atual horizonte relevante de política monetária, são, respectivamente, 4,8% e 3,6%.

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