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Estoque de crédito no Brasil avança em junho e inadimplência atinge máxima desde 2018
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28 de julho de 2025
Published by on 28 de julho de 2025
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O Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a Selic estável no patamar de 15% na reunião desta quarta-feira (30), avalia o JP Morgan. “Uma decisão diferente de manter as taxas inalteradas seria uma surpresa”, dizem os economistas Cassiana Fernandez, Mirella Sampaio e Vinicius Moreira.

“Nós — assim como a precificação de mercado e o consenso — esperamos que o Banco Central cumpra sua orientação de interrupção do ciclo na reunião de julho.”

Os economistas afirmam que os membros do Comitê do BC parecem estar confortáveis com a mensagem de taxa básica de juros elevada “por muito tempo”. Essa sinalização, inclusive, deve continuar sendo o foco da mensagem desta reunião.

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No encontro passado, o Copom antecipou a interrupção do ciclo de aperto monetário para avaliar se a manutenção das taxas em 15% ao ano por um período prolongado seria suficiente para trazer a inflação de volta à meta de 3%.

“O Banco Central provavelmente enfatizará sua vigilância e perseverança na manutenção de taxas elevadas até que o processo de desinflação esteja firmemente estabelecido”, dizem.

O restante da comunicação deve permanecer praticamente inalterado, embora eles possam discutir o impacto das tarifas de 50% anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, aos produtos brasileiros.

Embora a escalada das tensões e o esperado aumento de tarifas possam contribuir para a desaceleração econômica do Brasil, o JP acredita que o Copom deve destacar apenas as incertezas sobre os eventuais efeitos do potencial choque.

O cenário desde a última reunião do Copom

Desde a última reunião, os desenvolvimentos macroeconômicos têm caminhado na direção pretendida pela autoridade monetária, avaliam Fernandez, Sampaio e Moreira.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) parece estar desacelerando de um nível elevado, e há um hiato do produto que está sob pressão há algum tempo. Além disso, as pressões inflacionárias recuaram de níveis acima do topo da meta.

Embora esses elementos, juntamente com o crescimento do crédito, o consumo vinculado ao crédito e o câmbio, estejam respondendo ao aperto da política monetária, o mercado de trabalho permanece aquecido e as expectativas de inflação de médio prazo continuam desancoradas. Isso deve continuará sendo um ponto de desconforto para os diretores.

Cortes da Selic

Os economistas afirmam que o BC precisará de tempo para que o repasse do aperto monetário à economia amadureça antes de mudar sua postura. O JP espera que o Comitê mantenha a Selic em 15% nas próximas três reuniões.

A expectativa é de que o ciclo de afrouxamento monetário se inicie em dezembro, com um corte de 0,25 ponto percentual (p.p.).

Depois, o Copom deve seguir um ritmo contínuo de cortes de 0,50 p.p. em cada decisão, até que a taxa de juros atinja o patamar de 10,75% ao final de 2026.

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