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17 de março de 2025
Published by on 17 de março de 2025
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O Banco Central (BC) deve optar por um ciclo de aperto monetário menor do que o previsto anteriormente, apesar de manter a Selic ainda em território contracionista, avalia o Itaú. O banco projeta que a taxa atinja 15,25% ao final do primeiro semestre e siga nesse patamar pelo restante do ano — antes, a projeção para a taxa terminal era de 15,75%.

O ajuste é explicado pelo câmbio mais apreciado e por alguns riscos baixistas para a inflação, afirma o economista-chefe Mario Mesquita.

Em relação ao câmbio, o Itaú revisou a projeção da taxa de R$ 5,90 para R$ 5,75 por dólar em 2025 e 2026, diante do alívio no cenário internacional e da expectativa de um enfraquecimento do moeda globalmente.

Já em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os economistas não veem um balanço de riscos assimétrico para cima neste ano pela primeira vez desde setembro de 2024.

“Os riscos de baixa — em função do efeito do câmbio mais apreciado impactando preços de industriais, alimentos e gasolina — superam os riscos de alta”, diz Mesquita.

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Conforme destacado pelo Comitê, na ata mais recente, o ritmo da atividade econômica, a dinâmica da taxa de câmbio e do repasse cambial, bem como das expectativas de inflação, serão crucias para determinar a extensão ciclo.

“Continuamos avaliando que as expectativas de inflação desancoradas, o hiato positivo, e as projeções do próprio BC são consistentes com a continuidade do ciclo de aperto monetário ao longo do 1º semestre todo. Mas, entendemos que, dada a acomodação da taxa de câmbio em patamares mais apreciados, o BC deve optar por um ciclo um pouco menor”, afirma.

O banco espera que o Copom eleve a Selic em 1 ponto percentual (p.p.) em março — conforme já foi sinalizado —, seguido de duas altas finais de 0,50 p.p. em maio e junho.

Para 2026, os economistas projetam cortes de juros ao longo do primeiro semestre, para o patamar de 13,25%. Antes, a estimativa para a taxa ao final do ano era de 13,75% ao ano.

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