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19 de fevereiro de 2025
Published by on 19 de fevereiro de 2025
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A Selic em território contracionista fará seu efeito e trará a inflação para baixo, mas esse processo de convergência para a meta não será rápido, disse o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita, no evento Macro em Pauta.

Segundo o economista, o mercado de trabalho aquecido e a taxa de câmbio ainda depreciada continuarão a pressionar os preços, fazendo com que a eventual queda seja mais lenta.

O Itaú ressalta que o mercado de trabalho deve seguir resiliente no ano, apesar de alguns dados mais fracos na ponta. O desemprego segue baixo e estável, a taxa de desligamento voluntário está em patamar elevado e os salários reais registram crescimento robusto.

A expectativa é de que a taxa de desemprego feche 2025 e 2026 em 6,8% e 7,3%, respectivamente.

Em relação ao câmbio, o risco fiscal em patamar elevado e o dólar globalmente forte devem mantê-lo depreciado. Apesar do alívio no curto prazo, o diferencial de juros, que deve aumentar ao longo do ano, ajuda, mas sozinho não é ser capaz de levar a uma apreciação mais significativa da moeda.

“É um cenário desafiador, mas nem por isso a inflação vai deixar de cair. Ela cai, mas cai devagar”, afirmou. A projeção do banco para o câmbio neste e no próximo ano é de R$ 5,90 por dólar.

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2024 em 4,83% — acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC) — e, segundo o Itaú, deve acelerar a alta para 5,8% em 2025.

Os preços dos bens devem ter uma aceleração adicional, especialmente ao longo do primeiro semestre do ano. A inflação de serviços também deve se manter pressionada, o refletindo um mercado de trabalho resiliente.

Os preços só devem voltar a arrefecer em 2026, quando o banco projeta uma alta de 4,5% — dentro do intervalo de tolerância da meta.

O ciclo de aperto da Selic

Atualmente, o Brasil passa por um ciclo de aperto monetário, que já levou a Selic a 13,25% ao ano. O Itaú projeta que a taxa atinja seu pico no patamar de 15,75%, com mais uma alta de 1 ponto percentual (p.p.) em março e mais duas de 0,75 p.p. nas duas reuniões seguintes.

Em linha com o que foi destacado pelo Comitê de Política Monetária (Copom), na ata, o ritmo da atividade econômica, a dinâmica da taxa de câmbio e do repasse cambial, bem como das expectativas de inflação, serão crucias para determinar a extensão ciclo.

“A elevação das expectativas de inflação e das projeções do próprio BC são consistentes com a nossa leitura de que o ciclo de aperto monetário ainda deve se estender ao longo do primeiro semestre todo”.

No entanto, os economistas do banco reconhecem o risco de um ciclo menor o ciclo, diante de uma desaceleração da atividade econômica mais pronunciada ou uma acomodação da taxa de câmbio em patamares mais apreciados do que o observado recentemente.

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