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12 de junho de 2025
Published by on 12 de junho de 2025
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A Selic, finalmente, está em um patamar restritivo, mas ainda não está em um nível extraordinário, diz o diretor de macroeconomia do ASA e ex-diretor de política econômica do Banco Central (2019 a 2021), Fabio Kanczuk.

O economista afirma, em entrevista ao Money Times, que, com um juro real de cerca de 9%, a taxa básica de juros de 14,75% ao ano deve começar a fazer efeito na atividade. No entanto, o patamar atual ainda não é suficiente para levar a inflação para a meta de 3%.

“Finalmente, chegamos a uma situação em que os juros devem começar a ter algum efeito na economia. Mas isso vai ser suficiente para fazer o trabalho do Banco Central de colocar a inflação na meta? Acho que não, teria que manter [os juros em patamar restritivo] por um período tão prolongado, que o BC não vai conseguir”, diz.

“Acaba não sendo viável, econômica e politicamente, deixar os juros em um patamar desse por um longo período. Teria que deixá-los nesse nível por 2 ou 3 anos, mas eu acho difícil isso acontecer”.

Segundo Kanczuk, tanto a pressão de Brasília quanto da Faria Lima devem levar a uma flexibilização da política monetária precoce, uma vez que a atual diretoria da autarquia é “mais maleável”.

LEIA MAIS: Super Quarta no radar – saiba o que esperar das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e como investir a partir de agora

“Essa pressão acaba alterando a cabeça do Banco Central. Muitos bancos centrais têm diretores que têm manias — eu era um que tinha manias. Você escuta 30 mil pessoas falando o oposto e você é pouco afetado por isso, porque você tem uma convicção. Mas o Banco Central atual tem pouquíssima convicção, é muito mais maleável”.

Para o economista, o Brasil precisa de “choque” monetário para levar a inflação para 3%.

“Minha política seria algo assim: eu iria aumentar a Selic em 0,25 p.p. [em cada reunião] — chegou a 14%, agora vamos para 14,25%, próxima reunião para 14,50%, próxima para 14,75%. Assim, a coisa começaria a acontecer. Veríamos a inflação e as expectativas caindo, a atividade desacelerando e o desemprego subindo”.

Kanczuk avalia que, quando a Selic atingisse o patamar de 18%, a economia estaria “no chão”.

“Um choque é alguma sensação de loucura. É ruim parecer louco, mas é um pouco disso [que o Brasil precisa]”, afirma.

Confira a entrevista com Fabio Kanczuk na íntegra

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