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30 de junho de 2025
UE estaria disposta a aceitar tarifa universal de 10%, mas com isenções setoriais
30 de junho de 2025
Published by on 30 de junho de 2025
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O Inter revisou sua projeção para a inflação brasileira de 5,3% para 4,9% em 2025 e de 4,4% para 4,3% em 2026. O ajuste reflete a Selic mais restritiva e o câmbio favorável.

O câmbio mais favorável, próximo de R$ 5,50, já reflete em uma desinflação de matérias-primas e bens industriais, observada nos dados recentes do IGPM. Os preços de alimentos também tiveram uma desaceleração mais rápida que o antecipado, com surpresas baixistas.

A economista-chefe, Rafaela Vitória, diz que a inflação de serviços e medidas de núcleos seguem elevadas, mas já dão sinais de desaceleração na margem, indicando que o pico de inflação já passou.

“Esperamos que o IPCA mantenha a tendência de queda no segundo semestre de 2025 e fique abaixo da expectativa do mercado”, afirma.

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A política monetária mais restritiva também já impacta a concessão de crédito e a atividade doméstica deve seguir em queda, contribuindo para a continuidade da desinflação.

“Para 2026, nosso cenário base ainda é de inflação acima da meta, apesar da Selic em patamar elevado, devido ao risco fiscal e expectativa de novo aumento do estímulo fiscal em ano de eleição, incluindo a isenção de IR para salários até R$ 5 mil”.

O Inter mantém a expectativa de corte de juros a partir do final do ano. Apesar da ata do Copom mais dura, a desaceleração da atividade e o câmbio mais favorável devem contribuir para uma desinflação maior que a esperada no segundo semestre, o que deve permitir o início dos cortes ainda este ano.

“A Selic teve uma alta significativa em um curto espaço de tempo e, com o menor estímulo fiscal em 2025, o efeito da política monetária restritiva será maior que o observado nos últimos anos”, diz.

Além disso, a economista afirma que a incerteza internacional, com redução na cotação das commodities e dólar mais fraco, deve contribuir para a materialização do risco baixista para a inflação.

“Para 2026, estimamos uma redução parcial da restrição monetária e a Selic deve se manter em patamar acima do neutro, devido ao risco fiscal e potencial aumento de gastos em ano de eleição”.

Vitória diz ainda que uma maior disciplina fiscal e um cenário político de menor incerteza, com previsibilidade maior acerca do ajuste necessário a partir de 2027, pode contribuir para a reancoragem das expectativas permitindo uma redução maior da Selic.

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