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Galípolo critica IOF: Não deveria ser usado para arrecadar ou apoiar política monetária
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2 de junho de 2025
Published by on 2 de junho de 2025
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu nesta segunda-feira a preservação da flexibilidade da autarquia para consumir dados e seguir na calibragem de qual é a taxa de juros terminal, destacando que a instituição ainda está discutindo o ciclo de alta na Selic — e não quando começará o ciclo de cortes da taxa.

Em evento promovido pelo Centro de Debates de Políticas Públicas, em São Paulo, Galípolo afirmou esperar que as ações que a autoridade monetária vem tomando falem por si só, ao mostrar compromisso do Comitê de Política Monetária (Copom) na busca pela meta de inflação. A meta de inflação perseguida pelo BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

O mercado já aposta em cortes da Selic, mas para Galípolo ainda é cedo para pensar nesse cenário.

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Ele destacou também que neste momento do ciclo da política monetária, pesa cada vez mais a discussão sobre quanto tempo o BC vai permanecer com a Selic em nível contracionista.

“Temos de ter estômago de crocodilo e queixo de pedra para aguentar o período que você vai ter que aguentar com essa taxa de juros no patamar restritivo, para ancorar expectativas e perseguir a meta”, afirmou.

“A gente migrou para um estágio de taxa de juros contracionista com alguma segurança. Independente de qual é sua taxa de juros neutra, podemos discutir se ela (Selic) está contracionista o suficiente ou não, por isso temos preservado a flexibilidade para poder consumir os dados e seguir nessa calibragem de qual é a taxa de juros terminal”, disse.

Em maio, o BC desacelerou o ciclo de alta de juros ao elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, a 14,75% ao ano, e deixou em aberto o que fará na reunião deste mês, apontando uma dependência de dados e indicando a necessidade de uma dose alta de juros por período prolongado, para controle da inflação.

No mercado financeiro, porém, os agentes precificam atualmente de forma majoritária a manutenção da Selic em 14,75% ao ano na reunião deste mês.

Além disso, eles têm operado desde o último encontro do Copom tendo por base a perspectiva sobre quando o BC iniciará um novo ciclo da taxa básica, desta vez de cortes.

Em sessões mais recentes, cresceram as apostas de que o primeiro corte de juros pode ocorrer apenas em 2026 — e não no fim de 2025.

Na apresentação desta segunda-feira, Galípolo disse que não iria precipitar discussões sobre nível de juros no futuro, já que o BC ainda está “num estágio ainda anterior”.

“Estamos ainda discutindo o ciclo de alta” da Selic, permanecendo aberto para o que fará na próxima reunião do Copom”.

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