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Fed deve manter taxas na próxima semana, mas atenção em Jackson Hole
25 de julho de 2025
Gestores veem Copom sem grandes emoções e destacam fiscal como fator central para extensão de cortes da Selic
25 de julho de 2025
Published by on 25 de julho de 2025
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A trajetória da dívida e o desafio fiscal que o Brasil enfrenta hoje só pode ser combatido por meio de duras e ambiciosas reformas, mas por enquanto o senso de urgência dessas mudanças estruturais só está presente nas planilhas dos economistas e nos recados do mercado. Ou seja, esse debate precisa chegar em Brasília, especialmente por conta das eleições de 2026. Esse foi o recado de especialistas no debate sobre política fiscal da Expert XP 2025.

Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealthy Management, Pedro Jobim, economista e sócio fundador da Legacy Capital, e o economista-chefe da XP, Caio Megale, concordam que será difícil realizar essas reformas, mas que um governo comprometido com as mudanças e com apoio político teria uma chance de sucesso.

Pedro Jobim listou algumas das medidas: limitação de gastos da União, congelamento do salário-mínimo, nova reforma de previdência, programa de privatização e reforma administrativa, entre outras. “O Brasil tem uma chance de parar de piorar e de se dirigir de encontro a um muro que está pegando fogo”, afirmou o economista da Legacy.

Leia também: Tarifaço é pouco relevante para o Brasil, diz ex-secretário de Política Econômica

Sobre a urgência de resolver a questão fiscal, Solange Srour acredita que o governo atual deve bem ou segurar a situação em 2025 e 2026, mas que terá um enorme desafio de 2027 em diante. “O desafio de 2027 é muito grande. Quem ganhar a eleição vai ter de revisar toda a estrutura de gastos. Hoje, a dívida é mais sensível à taxa de juro de longo prazo”, disse.

Megale afirmou que o modelo atual é parecido com o dos anos 1990, quando o governo gastava e corria atrás de receitas. Mas na época, comparou, a carga tributária não era tão alta como a atual. “Retomamos essa busca por novas arrecadações”, disse.

Para Solange, uma complicação é que o Brasil tem um arcabouço fiscal não factível com as regras que estão colocada hoje, como a regra do salário-mínimo. “As metas de superávit primário daqui para a frente são um pouco audaciosas.

Leia também: Nantes, do Asa: Brasil tem problema institucional maior do que econômico com tarifaço

Jobim alertou que, com atual dinâmica de juros, as alternativas caminha para um cenário binário, entre a continuidade da receita de manter a máquina de gastos funcionando e de uma extorsão via impostos. O outro cenário é de um novo governo com propostas reformista, que terá muito trabalho para tomar decisões difíceis.

Mas Solange disse não enxergar, nem no ambiente político, nem na sociedade o senso de urgência por mudanças que permeia o mercado. “Quando fizemos reformas no Brasil [na passagem entre os governos Dilma e Temer] essa urgência estava latente, o PIB caindo, a população nas ruas protestando. Hoje, a economia está crescendo 2 e pouco, a inflação está perto de 4,5%. Qual o senso de urgência?”, perguntou.

Para ela, a própria expectativa de que mudanças na política econômica é importante. E, dependendo do resultado da eleição, é possível que o mercado ajude.

“O grau de deterioração e a necessidade de reformas que a gente atingiu é muito grande. O presidente e Congresso [eleitos no ano que vem] vão ter de atacar várias frentes ao mesmo tempo. Tem uma ‘carta branca’ que dura um ano”, concordou Jobim.

Leia também: Haddad: Temos compromisso com metas fiscais, entregaremos melhor resultado desde 2015

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