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Inflação ao consumidor (CPI) dos EUA sobe 0,2% em agosto; dado anual desacelera
11 de setembro de 2024
Autoridade do BC do Japão sinaliza prontidão para subir juros, com inflação na meta
11 de setembro de 2024
Published by on 11 de setembro de 2024
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O volume do setor de serviços do Brasil surpreendeu novamente e cresceu 1,2% em julho ante junho, após a forte alta de 1,7% observada no mês anterior, informou nesta quarta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com julho de 2023, houve crescimento de 4,3%.

O setor de serviços se encontra 15,4% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e renovou o ponto mais alto da sua série.

Os dados do mês vieram bem acima do esperado pelo consenso LSEG de analistas, que estimava uma queda de 0,1% no volume do setor na comparação mensal. Na medição anual, a estimativa era de crescimento de 2,4%.

No acumulado do ano, o volume de serviços cresceu 1,8% frente a igual período de 2023. Já no indicador dos últimos 12 meses, houve ganho de dinamismo, passando de 0,8% em junho para 0,9% em julho.

O setor teve altas em três dos cinco setores avaliados na pesquisa de julho, com destaque para as atividades de serviços profissionais, administrativos e complementares e de informação e comunicação.

O setor teve altas em três dos cinco setores avaliados na pesquisa de julho, com destaque para as atividades de serviços profissionais, administrativos e complementares (2,2%), de informação (6,5%) e de comunicação (3,8%).

A outra expansão veio de outros serviços (0,2%), que recuperou pequena parcela da perda acumulada entre maio e junho (-0,8%).

Em contrapartida, o setor de transportes (-1,5%) exerceu o principal impacto negativo sobre o total do volume de serviços, seguido pelos serviços prestados às famílias (-0,2%).

Regiões

Regionalmente, a maior parte (14) das 27 Unidades da Federação (UFs) teve expansão no volume de serviços em julho na comparação com junho. Entre os locais que apontaram taxas positivas nesse mês, o impacto mais importante veio de São Paulo (2,4%), seguido por Distrito Federal (14,8%), Rio de Janeiro (0,6%), Minas Gerais (0,9%) e Rio Grande do Sul (1,5%).

Em contrapartida, Espírito Santo (-2,3%), Mato Grosso (-1,7%) e Paraná (-0,2%) exerceram as principais influências negativas do mês.

Turismo

O índice de atividades turísticas teve retração de 0,9% em julho frente a junho, após ter avançado 3,4% no mês anterior. No entanto, o segmento de turismo ainda se encontra 6,8% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,0% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em fevereiro de 2014.

Regionalmente, apenas 6 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda. As influências negativas mais relevantes ficaram com Rio de Janeiro (-3,5%) e Bahia (-5,8%).

Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (12,2%), Minas Gerias (2,1%) e São Paulo (0,3%) apontaram os principais avanços no mês.

Na comparação de julho de 2024 contra julho de 2023, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 1,2%, segundo resultado positivo seguido.

No indicador acumulado do ano (janeiro a julho), o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 1,3% frente a igual período do ano passado.

Transportes

Em julho de 2024, o volume de transporte de passageiros no Brasil registrou queda de 2,3% frente a junho, após ter avançado 6,1% no mês anterior. O segmento está 0,7% abaixo do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 23,2% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).

Na comparação com julho de 2023, o transporte de passageiros mostrou expansão de 2,9% em julho de 2024, em seu segundo resultado positivo seguido. No acumulado de janeiro a julho, o transporte de passageiros mostrou retração de 1,8% frente a igual período de 2023.

Por sua vez, o volume do transporte de cargas apontou retração de 0,8% em julho de 2024 na comparação com o mês anterior, após ter mostrado acréscimo de 0,4% em junho. Na comparação com julho de 2023, o transporte de cargas caiu 5,4%, em seu terceiro revés consecutivo. Já no acumulado do ano,, houve recuo de 1,9%.

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