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Published by on 20 de outubro de 2025
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O anúncio nesta manhã da assinatura do swap cambial no valor de US$ 20 bilhões entre Estados Unidos e Argentina não aliviou a volatilidade cambial das últimas semanas, que deve ser ainda mais acentuada nos próximos dias pela proximidade das eleições parlamentares do próximo domingo.

A procura por proteção (“hedge”) motivada pela incerteza eleitoral ainda produz um movimento de forte depreciação cambial do peso ante a moeda americana.

No início da trade desta segunda-feira, o dólar atacadista, que é a principal referência do mercado, subia 1,7%, para 1.475 pesos, com forte demanda por formação de ativos estrangeiros. Com isso, a taxa de câmbio oficial estava a apenas 1,1% do teto da banda, que nesta segunda-feira se encontra em 1.490,57 pesos.

Seguindo essa referência, os bancos ajustam suas cotações de varejo que oferecem ao público – no Banco Nación, por exemplo, o valor está em 1.485 pesos nesta tarde.

Na mesma esteira, o “dólar blue”, a mais procurada das divisas paralelas na Argentina rompeu a barreira dos 1.500 pesos nesta na segunda-feira, fechando em 1.485 para compra e 1.505 para venda, de acordo com os operadores da cidade consultados pelo Ambito Financiero.

Segundo os meios de comunicação locais, a leitura é que a notícia do acordo, feita com algum alarde pela manhã, só deu uma pequena esperança de calmaria, logo ultrapassada pela constatação de que o recurso total não poderia ser imediatamente acrescentado às reservas do país. Esse impacto só será sentido quando cada tranche do swap for ativada”, acrescentaram as fontes.

Leia também: EUA podem comprar carne bovina argentina para reduzir preços a consumidor americano

Alta tensão

Em análise publicada hoje a Portfolio Personal Investors (PPI) destacou que, com apenas cinco sessões até as eleições de meio de mandato, o mercado tinha entrado “em uma zona de alta tensão”.

“A demanda por dolarização das carteiras de varejo, típica dos períodos pré-eleitorais, acelera”, disse a empresa, lembrando ser normal que nos meses que antecedem as eleições a formação de ativos estrangeiros de varejo tenda a pelo menos dobrar.

Neste final de semana, logo após ter participado de eventos eleitorais em regiões onde a oposição política lidera, o presidente Javier Milei foi às redes sociais para alertar sobre quem quer incentivar o pânico financeiro antes da disputa.

Ele repostou uma mensagem de um economista: “Esta semana eles [os peronistas] farão todo o possível para gerar pânico e tentar fazer do dólar a primeira página dos jornais. Haverá mentiras: que o Tesouro dos EUA ‘solta’ o governo, que depois da eleição as bandas vão acabar e haverá uma grande desvalorização, que o governo ‘gastou muito dinheiro’ para intervir, que os pagamentos da dívida estão em risco e muito mais.”

Milei fala do swap

Sobre a assinatura do acordo, os sites e jornais publicaram hoje uma entrevista de Milei dizendo que o objetivo do swap é “dar segurança a quem investiu na Argentina, para que o risco do país diminua, para que a taxa de juros caia e para que os argentinos possam ter acesso ao crédito.”

Ele detalhou que a estruturação do swap é uma troca de moedas. “Ou seja, temos um crédito de 20 bilhões de dólares e eles têm crédito em pesos pelo equivalente a 20 bilhões de dólares. Só é executado quando você precisa”, amenizou Milei numa conversa com o Canal 8 de Tucumán, onde o presidente esteve neste sábado durante sua turnê de campanha.

Sobre o uso dos recursos, ele explicou que, “caso não possamos ir ao mercado de capitais porque o risco-país ainda é muito alto, faremos os pagamentos de 2026 usando a linha de swap, e isso seria contrair dívidas para pagar dívidas”. Em janeiro o governo tem que enfrentar um pagamento de US$ 4,4 bilhões aos detentores de títulos da dívida.

The post Swap de US$ 20 bi entre EUA e Argentina não segura busca por hedge; dólar dispara appeared first on InfoMoney.

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