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Argentina oficializa redução de impostos sobre exportações de grãos e alimentos
31 de julho de 2025
EUA: Inflação PCE acelera em junho, em linha com esperado; gastos do consumidor sobem
31 de julho de 2025
Published by on 31 de julho de 2025
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A aplicação da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para entrar em vigor no dia 6 de agosto, deve ter impacto econômico restrito, segundo projeção da gestora Kinea. Daniela Lima, economista da casa, estima que a medida reduzirá o PIB brasileiro em apenas 0,2 ponto percentual em 12 meses.

“As exportações para os Estados Unidos como um todo, representam 2% do PIB e agora tem várias exceções, como o óleo combustível. E tem vários produtos em que é possível triangular e enviar para outros lugares, como o café”, disse Daniela.

Segundo a economista, a decisão de Trump surpreendeu positivamente por incluir diversas exceções à tarifa, o que reduz o potencial de impacto negativo. Ela também destacou que, no cenário-base da Kinea, não haverá retaliação brasileira, evitando uma escalada comercial.

No câmbio, a expectativa é de estabilidade. “O câmbio teve uma boa reação quando saíram as notícias. Os efeitos nos mercados tendem a ser limitados também. Não se espera depreciação do real”, afirmou.

Em relação à inflação, Daniela apontou que alguns setores podem até contribuir para um efeito desinflacionário no curto prazo. “Quem produz aqui e não consegue exportar, como o setor de carnes, tende a direcionar oferta para o mercado interno. Os preços no atacado já caíram, o que pode reduzir a inflação no varejo.”

O decreto assinado por Trump impôs uma sobretaxa adicional de 40% sobre mercadorias brasileiras, elevando a tarifa total para 50%. A Casa Branca justificou a decisão acusando o governo brasileiro de “perseguição política” ao ex-presidente Jair Bolsonaro e de violações à liberdade de expressão, especialmente por ações atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Apesar do tom duro, a ordem executiva poupou produtos estratégicos da cobrança, como aeronaves civis e peças de avião (exportações da Embraer), suco de laranja, petróleo, madeira, alumina e metais preciosos.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira (31) “que esta semana marca o início de uma conversa mais racional, menos apaixonada”, e que o Departamento do Tesouro dos EUA entrou em contato para marcar uma nova conversa. Segundo ele, o governo buscará costurar novos acordos que beneficiem o país: “Nada do que foi decidido ontem é irreversível.”

The post Tarifa dos EUA sobre o Brasil terá impacto de apenas 0,2 p.p. no PIB, projeta Kinea appeared first on InfoMoney.

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