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‘É anomalia o Brasil pagar 8% de juro real’: Haddad atribui aumento da dívida pública à Selic elevada, não ao déficit primário
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8 de abril de 2025
Published by on 8 de abril de 2025
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(Imagem: Money Times/Giovana Leal)

Diante das tarifas anunciadas por Donald Trump na semana passada, o Brasil “está bem”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Os Estados Unidos taxaram as importações brasileiras em 10%.

“Diante do incêndio, estamos mais perto da porta de saída”, afirmou Haddad no evento 11º Annual Brazil Investment Forum, do Bradesco BBI, nesta terça-feira (8).

Além de destacar que o Brasil recebeu a tarifa mínima, o ministro disse que as taxas anunciadas substituíram a política de cotas de importação. “Nossos produtos lá, no mercado dos Estados Unidos, vão ficar mais baratos”.

Vale ressaltar que países como Lesoto e Saint-Pierre e Miquelon foram taxados em 50%. Já a China, por sua vez, teve as tarifas elevadas a 104%, após retaliação.

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Haddad argumentou também que não é o momento de anunciar medidas de contraposição às taxas norte-americanas e que é necessário “ver se a poeira abaixa”. “A pior coisa que o país pode fazer neste momento é sair a campo sem a prudência diplomática que sempre tivemos”, afirmou.

“Nós não temos condições de prever o desarranjo que isso vai provocar. A única coisa que podemos dizer é que é um solavanco forte demais para não ter consequências sobre perda de produtividade e sobre o crescimento da economia global”.

Segundo o ministro, os EUA “não têm olhos” para o Brasil, uma vez que o “problema” do país hoje é a China. “Eles viram crescer uma potencial militar e econômica que, pela primeira vez, é um desafio concreto. Uma potencial como a China é a primeira vez que os Estados Unidos se depara”, afirmou.

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