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Consumidor pagará R$ 46,8 bilhões em subsídios na conta de luz em 2025, afirma Aneel
15 de julho de 2025
Premiê do Canadá sinaliza que tarifas impostas pelos EUA vieram para ficar
15 de julho de 2025
Published by on 15 de julho de 2025
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As tarifas anunciadas por Donald Trump contra diversos países têm contribuído para a valorização global do dólar. Mas, no caso brasileiro – que recebeu uma taxa de 50% por questões políticas e ideológicas – a leitura do mercado vai além: a alta recente da moeda americana teria refletido também um aumento na percepção de que cresceu a chance de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser reeleito em 2026.

A avaliação é de Fabio Kanczuk, diretor de macroeconomia do ASA e ex-diretor de política econômica do Banco Central. Em apresentação online nesta terça-feira (15), ele explicou que o mercado tem interpretado os movimentos do câmbio como uma espécie de termômetro eleitoral.

Na prática, falou, o salto do dólar de R$ 5,45 para R$ 5,55 foi interpretado como um aumento de 10 pontos percentuais na probabilidade de reeleição de Lula – de 45% para 55%. “Então é isso que o mercado e as pessoas estão enxergando. É consenso de analista”, afirmou Kanczuk.

“
O dólar vai mexer porque mexe no discurso político da situação, que ficou melhor. Aumentou a probabilidade de eleição de reeleição do Lula.
 E é isso que está fazendo o dólar andar não é o econômico”, completou.

Leia também: Governo deve recuar no risco sacado, mas manter IOF no VGBL, diz Bittencourt, do ASA

Impacto no PIB e na inflação

As tarifas norte-americanas, porém, têm efeito direto modesto sobre a economia brasileira, segundo o especialista. Kanczuk estimou que o impacto negativo sobre o PIB seria de apenas 0,3% a 0,4% – semelhante à estimativa da XP Investimentos – já que os EUA representam menos de 2% do produto interno bruto brasileiro via exportações.

Ainda assim, o efeito sobre a inflação não é necessariamente positivo, como poderia se supor em um cenário de menor atividade. Como é uma demanda externa que cai – e não interna – o impacto é mais indireto, explicou. Ele citou o exemplo das empresas exportadoras brasileiras, como as do setor de suco de laranja, podem sofrer com perda de lucratividade, o que enfraquece o mercado de trabalho. Mas alívio inflacionário disso seria pequeno, cerca de 0,1 ponto percentual.

“No fim, temos um pouco menos de PIB e um pouco mais de inflação”, resumiu.

Leia também: Suco de laranja atinge máxima de quatro meses após a tarifas de Trump sobre o Brasil

Movimento pontual?

Para Kanczuk, o atual movimento do dólar no contexto global está mais para um ajuste de curto prazo do que o início de uma tendência duradoura. Ele argumenta que, embora o dólar esteja subindo, outros ativos – como juros longos e bolsa – não sinalizaram uma deterioração tão acentuada da economia dos EUA. A avaliação se baseia, entre outros fatores, em estudos sobre a hegemonia do dólar e dos juros americanos.

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