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Taxa de desemprego do Brasil sobe a 7% no 1º tri, mas é a mais baixa da série para o período
30 de abril de 2025
Núcleo da inflação do consumo (PCE) nos EUA fica estável em março, abaixo do esperado
30 de abril de 2025
Published by on 30 de abril de 2025
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A taxa de desemprego para o trimestre encerrado em março, registrada em 7% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), elevou a expectativa pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Apesar de o índice representar um crescimento de 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, este é o melhor resultado para o período desde que o IBGE começou a calcular o índice, em 2012.

Além disso, na análise de especialistas, o cálculo ajustado pela sazonalidade indica recuo da taxa de desemprego, na comparação entre fevereiro e março, e se mantém estável ao redor de 6,5% desde outubro de 2024.

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Para Rodolfo Margato, Economista da XP, os resultados confirmam que o mercado de trabalho está aquecido no Brasil, o que reflete em uma taxa de desemprego relativamente baixa e aumento da renda do trabalho.

“O principal destaque da PNAD de março é a consistente elevação dos rendimentos reais do trabalho, que registraram aumento de 0,3% em março frente a fevereiro – o sexto ganho consecutivo na margem – e 4% em comparação a março de 2024, com expansão de 4,4% no acumulado em 12 meses”, afirma Margato.

A elevação de renda e o aumento da população ocupada mostram um crescimento expressivo no índice, na análise de Margato. Ele destaca que a massa de renda agregada do trabalho, que subiu 0,5% na comparação mensal e expressivos 6,6% frente a março de 2024, acumulam alta de 7,5% nos últimos 12 meses.

“As condições do mercado de trabalho brasileiro permanecem, portanto, bastante sólidas, com o emprego total em alta, puxado principalmente por ocupações formais, e salários reais subindo consistentemente. Esta configuração deve manter os custos unitários do trabalho pressionados para a maioria dos setores”, analisa.

Para Leonardo Costa, economista do ASA, o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE contraria o movimento de desaceleração do fim do ano passado e aumenta as expectativas sobre o crescimento da economia no país. “O mercado de trabalho voltou a ficar aquecido no 1T25, contrariando o movimento de desaceleração no final de 2024; nossa expectativa é de PIB forte no 1T25”, afirma.

Já Rafael Perez, economista da Suno Research, destaca o desempenho do mercado formal de trabalho nos primeiros meses deste ano, quando o número de empregados com carteira assinada no setor privado atingiu 39,45 milhões de trabalhadores, uma alta de 3,9% na comparação anual.

O leve crescimento do desemprego no período é justificado pelo encerramento dos contratos temporários de fim de ano, segundo Perez. Mas, na análise do economista, a menor taxa histórica mostra um mercado de trabalho resiliente, que será um vetor importante para sustentar o consumo e a renda das famílias.

Segundo semestre deve ser de desaceleração

Mas os dados de aumento do emprego e renda reforçam, na análise de Margato, um cenário base de desaceleração gradual da atividade doméstica ao longo de 2025 e inflação de serviços ainda elevada no curto prazo.

A projeção da XP é de crescimento de 2,3% para o PIB em 2025, um pouco acima do consenso de mercado, e taxa de desemprego de 7% ao final do ano, já considerando o ajuste sazonal. A projeção representa um aumento sutil em relação aos 6,5% registrados em 2024.

Para o segundo semestre, Perez, da Suno, afirma que projeta uma leve aceleração da taxa de desemprego, chegando a 7,2% no final do ano, devido à perda de tração do ritmo de crescimento na segunda metade do ano. “Mas, esse nível ainda configura um patamar historicamente baixo e coloca um viés de alta para a nossa projeção de PIB este ano”, analisa.

O economista Igor Cadilhac, do PicPay, observa que, apesar do indicador sugerir um mercado de trabalho robusto, já há sinais de deterioração. “Para os próximos meses, esperamos uma desaceleração gradual, especialmente a partir do segundo trimestre”, afirma. Para ele, apesar da desaceleração, o mercado deve permanecer aquecido, o que irá pressionar a inflação por um período prolongado. “Para 2025, projetamos uma taxa média de desemprego de 6,9%, encerrando o ano em 7,1%”, analisa.

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