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Medidas para substituir recuo no IOF são ‘paliativas’, diz economista-chefe do Inter
9 de junho de 2025
Inadimplência em empréstimos estudantis dispara nos EUA, com risco para outros setores
9 de junho de 2025
Published by on 9 de junho de 2025
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A Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), através de nota oficial, manifestou profunda preocupação com a proposta de tributação em 5% dos rendimentos de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA).

Segundo a bancada ruralista, a medida compromete uma fonte essencial de crédito rural, especialmente para médios produtores e cooperativas, além de encarecer o financiamento do setor em meio a juros altos e queda nas commodities.

A frente reforça que a conta será paga pelo consumidor, que receberá o repasse no preço dos alimentos. Fora isso, a FPA ressalta que as LCAs são base do financiamento agropecuário e estruturam o Plano Safra. 

Governo anuncia recuo do IOF e fim de isenção de IR de LCI e LCA: Veja o que esperar do Ibovespa hoje no Giro do Mercado: 

“Aproximadamente 42% do financiamento da safra brasileira já é proveniente de fontes privadas. Desse total, cerca de 43% têm origem nas Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Em abril de 2025, essas letras somaram R$ 559,9 bilhões. Só no 1º trimestre de 2025, o estoque de LCIs e LCAs na B3 alcançou R$ 979,1 bilhões — parte significativa destinada ao agro. A tributação tende a afastar investidores e encarecer o crédito para quem produz”, disse a entidade.

A bancada salienta que o ajuste fiscal, mais uma vez, foca apenas na arrecadação, sem enfrentar despesas obrigatórias nem revisar privilégios. “Enquanto LCIs e LCAs serão taxadas, outros títulos permanecem isentos, sem critérios claros que justifiquem a diferenciação”.

Por fim, a FPA lembra que penalizar o setor do agronegócio é penalizar o crescimento do país. “O agro é responsável por quase metade do superávit comercial brasileiro. É preciso equilíbrio: ajustar as contas passa pelo controle de gastos e pela revisão estrutural do orçamento, e não pelo aumento do peso sobre quem sustenta a economia”.

 

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