• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Vendas de moradias usadas nos EUA caem para nível mais baixo em 14 anos em setembro
23 de outubro de 2024
Expectativas de inflação acima da meta preocupam BC, diz Picchetti em Washington
23 de outubro de 2024
Published by on 23 de outubro de 2024
Categories
  • Sem categoria
Tags

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de regulamentação da reforma tributária, apresentou, na noite de terça-feira (22), seu plano de trabalho, protocolado junto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

A apresentação formal da proposta aconteceu nesta quarta-feira (23). O plano foi aprovado.

O plano prevê a realização de 11 audiências públicas que reunirão especialistas de diversos setores da sociedade para debater os impactos da reforma. Essas reuniões acontecerão entre os dias 29 de outubro e 14 de novembro.

De acordo com o relator, os debates serão divididos por temas, entre os quais os efeitos da reforma sobre o setor produtivo, saúde, serviços financeiros e infraestrutura.

Segundo o cronograma apresentado por Braga, também estão previstas sessões temáticas no plenário com a participação de governadores e prefeitos.

O objetivo das audiências, diz o relator, é promover um “consenso” sobre o projeto de lei, envolvendo Ministério da Fazenda, outros órgãos do governo federal, governadores, prefeitos e a sociedade civil.

Na primeira audiência pública, marcada para o dia 29, devem participar o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

Leia também:

Regulamentação da reforma tributária não pode ficar “no vácuo”, diz Arthur LiraLira e Pacheco se reúnem para discutir emendas e regulamentação da tributáriaRegulamentação da tributária deve ser aprovada “até o fim do ano”, diz PachecoReforma do imposto sobre a renda deve ficar para 2025, diz Haddad

Veja o cronograma de audiências públicas na CCJ:

29/10: Novos Tributos e Reorganização Econômica — discussão geral sobre alíquotas, regras de não cumulatividade e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços);

30/10: Impacto no Setor Produtivo — avaliação dos efeitos da reforma no PIB, produtividade e alocação de recursos;

31/10: Impacto Social e Regimes Diferenciados — discussão sobre regimes específicos, como a cesta básica nacional, educação e saúde, além de mecanismos de devolução personalizada de IBS e CBS.

4/11: Impacto na Saúde — efeitos da reforma sobre serviços de saúde, planos e medicamentos;

5/11: Serviços Financeiros — análise das regras para serviços financeiros e o mecanismo de “split payment”;

6/11: Outros Regimes Específicos — debates sobre turismo, cooperativas, hotelaria e bares e restaurantes;

7/11: Infraestrutura — discussão dos impactos nos setores de energia, saneamento, telecomunicações e imobiliário;

11/11: Simples Nacional e Zona Franca de Manaus — proteção do Simples Nacional para micro e pequenas empresas, além das particularidades da Zona Franca;

12/11: Imposto Seletivo — debate sobre o imposto para mitigar impactos negativos na saúde e meio ambiente;

13/11: Fundo de Compensação e Desenvolvimento Regional– discussão sobre o fundo de compensação e novas estratégias para o desenvolvimento regional;

14/11: Regras de Transição e Avaliação — análise das regras de transição e mecanismos de avaliação, incluindo a trava da carga tributária e a fiscalização.

Tramitação

Mais de 1.400 emendas ao texto foram apresentadas pelos senadores. De acordo com o relator, parte delas deve ser incorporada ao texto, o que vai exigir o retorno da proposta à Câmara dos Deputados.

A expectativa de Braga é concluir a votação do projeto até o final do ano nas duas Casas — mas, para isso, será necessário construir um texto de consenso. O acordo também precisa envolver o governo federal, segundo Braga.

“Não basta aprovar o projeto no Senado. É preciso aprovar as mudanças na Câmara. É preciso que as modificações que venham a ser feitas no Senado sejam consensuadas tanto com a Câmara quanto com o Executivo para que elas sejam efetivas. Há um entendimento de que existem questões a serem resolvidas no texto que veio da Câmara”, afirmou o senador.

Braga reforçou que o compromisso do Senado é garantir um texto que represente simplicidade, segurança jurídica e neutralidade da carga tributária. “O compromisso de simplificação do texto é permanente”, disse.

(Com Agência Senado)

The post Tributária: plano de trabalho para regulamentação tem 11 audiências; veja calendário appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress