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Published by on 7 de novembro de 2025
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O UBS avalia que o Brasil não tem espaço para um ajuste fiscal gradual e defende um programa rápido e consistente de redução de despesas permanentes. O argumento é de que um ajuste baseado em aumento de receitas seria ineficaz para estabilizar a dívida pública e recuperar a confiança dos investidores.

“A carga tributária já está na máxima histórica, a economia opera sem capacidade ociosa e os juros estão bastante elevados em termos reais”, diz relatório assinado pelas economistas Solange Srour e Débora Nogueira. O UBS considera que, diante dessas condições, “a aposta em um ajuste gradual é inviável”.

O banco cita estudos do economista Alberto Alesina para reforçar que consolidações fiscais lentas e centradas em aumento de impostos tendem a fracassar, prolongando a incerteza e desestimulando o investimento. Em contraste, cortes significativos de gastos podem melhorar expectativas e acelerar a retomada do crescimento.

Leia mais: Janeiro ou março? Para quando os economistas preveem o início do corte de juros?

Outro argumento está na experiência internacional. Casos como os de Canadá, Suécia e Irlanda mostraram que ajustes rápidos e focados em redução de despesas ajudaram a recuperar a confiança e reduzir o risco soberano. Já países que optaram por elevar tributos, como Grécia, Itália e França, enfrentaram recessões prolongadas e aumento da dívida.

Para o Brasil, o UBS defende que o “choque de credibilidade” deve vir do lado das despesas. o banco sugere rever regras que tornam o gasto público automaticamente crescente, como a indexação do salário mínimo ao PIB, além de redesenhar benefícios como BPC, auxílio-doença, seguro-desemprego e abono salarial. O relatório também propõe limitar subsídios e renúncias tributárias e reformar os incentivos federativos que estimulam desequilíbrio fiscal.

O UBS alerta que a falta de disciplina fiscal eleva o prêmio de risco, pressiona o câmbio e a inflação e obriga o Banco Central a manter juros altos por mais tempo. Por isso, dizem as economistas, um arcabouço fiscal crível é condição essencial para que a política monetária funcione de forma eficiente.

“O gradualismo pode parecer politicamente conveniente, mas é economicamente caro”, conclui o relatório, afirmando que repetir o erro de ajustes lentos em um cenário global de juros altos seria desperdiçar a lição aprendida após a crise de 2014–2016.

Leia mais: Haddad nega em entrevista que fiscal vá explodir em 2027

The post UBS: Brasil precisa de ajuste rápido com corte de gastos para evitar “erro grego” appeared first on InfoMoney.

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