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Published by on 3 de novembro de 2025
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Em 3 de novembro de 1957, no auge da Guerra Fria, a União Soviética buscava um novo feito para provar sua supremacia tecnológica sobre os Estados Unidos. Após o sucesso do satélite Sputnik 1, a URSS decidiu ir além e enviar a cadela Laika a bordo do Sputnik 2. O que poucos sabiam era que a missão seria sem volta.

De vira-lata de Moscou a pioneira do espaço

O líder soviético Nikita Khrushchev queria algo “espetacular” para o 40º aniversário da revolução comunista. Coube ao engenheiro Sergey Korolev sugerir o envio de um cachorro ao espaço.

Apenas animais pequenos e resistentes seriam aceitos, e os cães de raça foram descartados, pois eram “mimados demais”, diziam os cientistas. Assim, Laika foi encontrada nas ruas de Moscou e escolhida entre 10 cadelas por sua resistência e temperamento tranquilo.

Treinamento rumo ao inevitável

Além de Laika foram pré-selecionadas outras 9 cadelas. O objetivo era escolher aquela com maior resistência à câmara de pressão centrífuga. Albina, Laika e Mukhu se sobressaíram no teste final.

Contudo, Albina estava grávida e Mukhu foi desclassificada por não ser fotogênica, abrindo espaço para Laika entrar para a história.

O Sputnik 2 tinha apenas quatro metros de altura e dois de diâmetro, semelhante a uma máquina de lavar. Os cientistas sabiam que Laika não voltaria. Mesmo assim, ela passou por longos treinamentos. 

Nas semanas anteriores ao lançamento, Laika foi submetida a passar algumas horas, todos os dias, dentro de cápsulas estreitas, adaptadas para o tamanho da nave. Além disso, sensores implantados no animal mediam sua respiração, batimentos e temperatura.

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A verdade sobre as últimas horas da ‘astronauta caramelo’

Durante uma semana, os jornais soviéticos divulgaram boletins falsos dizendo que Laika estava bem. A verdade só veio à tona em 2002: ela morreu poucas horas após o lançamento. 

Os sensores registraram que o nível dos batimentos e pulso de Laika havia triplicado durante o lançamento. Além disso, houve uma rápida elevação da umidade e a temperatura da cápsula chegou aos 40 °C.

Devido ao superaquecimento e pânico, a cadela sofreu uma parada cardíaca cerca de seis horas depois da decolagem.

Apesar do desfecho trágico, Laika completou 2.370 voltas na órbita da Terra até o satélite que a levava queimar ao retornar à atmosfera em 14 de abril de 1958.

Laika não foi o único animal astronauta…

A morte de Laika gerou comoção mundial e protestos contra o uso de animais em testes espaciais. Mas seu sacrifício não foi o único. Entre 1948 e 1961, 48 cães, 15 macacos e 2 coelhos também foram ao espaço, muitos sem retorno.

A última missão com animais ocorreu em 1966, quando os cães Vaterk e Ugolkom ficaram 23 dias em órbita e voltaram vivos, provando que era possível a estadia prolongada no espaço.

Laika, no entanto, permanece como símbolo de coragem, tragédia e curiosidade científica. 

* Com informações da BBC News Brasil

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