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Perspectiva de não consolidação fiscal contamina ativos e impacta política monetária, diz Picchetti, do BC
23 de maio de 2025
Com elevação do IOF, XP não espera mais alta da Selic e projeta 14,75% até fim do ano
23 de maio de 2025
Published by on 23 de maio de 2025
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O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, atribui a confusão do IOF, a que o país assistiu entre esta quinta e sexta-feira, a uma disputa dentro do governo federal, entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e integrantes da ala política.

Leia também: Dúvida, instabilidade e volatilidade: o impacto do pacote do IOF, segundo analistas

“Um grupo dentro do Palácio objetiva o crescimento para a reeleição do presidente no ano que vem, enquanto o ministro Fernando Haddad faz o que é possível para segurar este arcabouço fiscal muito frágil que a gente tem”, afirmou Vale ao InfoMoney.

Na avaliação do economista-chefe, Haddad já está fragilizado desde, pelo menos, o final do ano passado, quando começaram a parecer as primeiras medidas microecômicas e ele foi perdendo espaço.

“O grande dilema do governo, neste momento, é que precisa arrumar a casa, mas ao mesmo tempo, precisa reeleger o presidente. O governo vai vivenciar isso no próximo um ano e meio,” explica o economista

“Já teve crescimento forte no ano passado, taxa de desemprego baixa, inflação não esta fora do controle. No geral, era para popularidade [de Lula] estar maior e não está”, afirma Vale.

Decisão atropelada

Vale avalia que a decisão do governo federal sobre o IOF foi mal pensada, lançada de forma atropelada, e, por isso, o governo, como em outras vezes, teve que voltar atrás.

Leia também: O “balde de água fria” que os riscos fiscais trouxeram após forte euforia do mercado

Segundo Vale, esta é uma questão que tem se repetido com frequência. “O governo coloca medidas que muitas vezes são contestadas pelo mercado, porque não fazem muito sentido econômico”, afirma.

Neste último episódio, de acordo com Vale, o mercado fez uma leitura correta de que era uma medida ruim, porque dá a impressão de ter algum tipo de controle de capital, quando o governo mexe com tarifação em cima de movimentos financeiros externos.

No entanto, “o governo percebeu o erro e focalizou nos instrumentos domésticos para restringir este impacto maior de percepção negativa.”

Para Vale, isso já aconteceu outras vezes com medidas que foram mal anunciadas, como a do Pix, por exemplo, e o governo teve que recuar. “Este bate cabeça também tem a ver com posições divergentes do Ministério da Fazenda com outras do entorno do Presidente, como a Casa Civil. Tem um cenário de um governo que não está unificado nas suas decisões”, avalia.

The post “Vai e volta do IOF se deve a dilema do governo entre arrumar a casa e reeleger Lula” appeared first on InfoMoney.

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