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14 de maio de 2025
Published by on 14 de maio de 2025
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O volume de serviços no Brasil voltou a crescer no final do primeiro trimestre, mas mostrou desaceleração e ficou ligeiramente abaixo do esperado em março, em um cenário de esperada desaceleração da economia e juros elevados.

Em março, o volume de serviços registrou alta de 0,3%, em resultado que ficou pouco abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,4% e depois de crescimento de 0,9% em fevereiro.

Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor acumulou ganho de 1,2% nos dois meses seguidos de altas, após recuo de 0,5% em janeiro, mas ainda está 0,5% abaixo do ponto mais alto de sua série, alcançado em outubro de 2024.

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Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o volume registrou expansão de 1,9%, contra expectativa de 2,1%.

“As flutuações do setor de serviços são naturais e os resultados negativos recentes, como o de novembro de 2024 e o de janeiro de 2025, não podem ser vistos como momentos de inflexão ou de reversão de trajetória. Há, ao contrário, a sustentação do setor de serviços em um patamar elevado, muito próximo do seu nível recorde”, destacou Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa no IBGE.

A resiliência do mercado de trabalho vem mantendo o setor de serviços sustentado neste início de ano, com geração de empregos com carteira assinada que tendem a ter salários mais altos.

No entanto, desafios como inflação elevada, juros altos e aperto das condições financeiras devem levar o setor — e a economia como um todo — a apresentar um crescimento mais moderado neste ano. Na semana passada, o Banco Central elevou a taxa básica de juros a 14,75% ao ano.

O IBGE destacou os desempenhos do setor de transportes, que apresentou crescimento de 1,7% em março, segundo resultado positivo seguido.

“No setor de transportes, podemos destacar o aumento das receitas das empresas que atuam com concessionárias de rodovias, por conta do aumento do fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas durante o carnaval, com atividade de correio, logística de cargas, gestão de portos e terminais e armazenamento de mercadorias”, explicou Lobo.

Também apresentaram ganhos os serviços profissionais, administrativos e complementares e os prestados às famílias, respectivamente de 0,6% e 1,5%. Na outra ponta, serviços de informação e comunicação teve recuo de 0,2% e a medida de outros serviços ficou estagnada.

Já o índice de atividades turísticas teve recuo de 0,2% em março sobre o mês anterior, após ter avançado 2,7% em fevereiro. Com isso, o segmento de turismo está 3,9% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

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